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Conheça o processo denominado ‘Coaching’ e saiba como alavancar a vida profissional

Coachs que atuam em Manaus, Carlos Oshiro e Marinaldo Matos, esclareceram as dúvidas a respeito do processo e ainda falam sobre casos de sucesso

Julio Albano abandonou o direito e abraçou a carreira empresarial após sete sessões de coaching

Julio Albano abandonou o direito e abraçou a carreira empresarial após sete sessões de coaching (Euzivaldo Queiroz)

Construir uma carreira profissional realizadora e de sucesso é um desafio. Nem todos conseguem encontrar “de cara” o caminho ideal a ser seguido ou até mesmo a segurança para assumir um cargo de chefia. A boa notícia para essas pessoas é que existe um profissional no mercado que pode ajudar a encontrar soluções para essas questões: o coach.

A partir de um processo denominado Coaching, ele encontra o que inibe e impede o cliente (o coachee) de achar e conquistar metas e objetivos profissionais e pessoais. Para apresentar melhor a modalidade aos leitores, A CRITICA conversou com dois coachs que atuam em Manaus: Carlos Oshiro (foto a esq.) e Marinaldo Matos (foto a dir.). Ambos esclareceram as dúvidas a respeito do processo e ainda falaram sobre casos de sucesso aqui da capital.

O que é

O coaching é um processo que ajuda as pessoas a ir de um ponto “A” para um ponto “B”. “O ‘A’ é onde ele se encontra hoje e o ‘B’ seria uma meta que ele vai criar dentro do processo de coaching” explica Oshiro.

“Coaching é vender a pessoa para ela mesma. Ela não se conhece, mas a partir do momento que se descobre, descobre qual a sua missão, os seus valores e propõe suas metas, ela consegue chegar a qualquer lugar que almeje”, complementa Matos.

Como funciona

Através de perguntas inteligentes e estratégicas que o coach faz ao coachee, ele o ajuda a quebrar crenças limitantes e enxergar novos momentos para a sua vida. “O que são crenças limitantes? Coisas que a gente acredita e não sabe o porquê e que limitam as nossas ações”, afirma Oshiro.

O período do processo varia de coach para coach. No caso de Oshiro, o Coaching dura dois meses, com sessões semanais de 90 minutos de duração. Já no caso de Marinaldo, o processo dura em torno de 12 sessões que variam de uma a duas horas. O preço também é bastante relativo. Sem citar muitos detalhes, Oshiro informou que todo o processo pode variar de R$ 1.500 mil a R$ 10 mil, enquanto Marinaldo cobra de R$ 300 a R$ 1.200 por sessão.

Casos de sucesso

Marinaldo Matos fez, em 2013, um Coaching com um indígena da etnia omagua/kambeba. O trabalho resultou em um livro e um artigo científico. “Quando comecei, ele estava para assumir a liderança da tribo, mas não se sentia preparado. Após dez sessões, ele não só virou o cacique da tribo dele como virou líder de mais dez etnias da região amazônica”, conta.

Mudança de área

O advogado Julio Albano, de 36 anos, mudou de área após o coaching com Oshiro. Ao se deparar com a possibilidade de assumir o posto de gasolina da família, ele se encheu de dúvidas. “Como a minha vida deu uma virada radical por conta disso e como me empolguei bem mais em entrar nessa jornada empresarial que continuar na área do direito, procurei um coaching para saber se realmente o meu perfil era mais voltado para a área empresarial”, relata.

Após sete sessões, Julio resolveu abandonar a advocacia e focar apenas na carreira empresarial. “Foi um divisor de águas na minha vida! Porque, através dele, descobri qual a minha missão de vida, o motivo pelo qual eu acordo todo dia de manhã. Descobri que tenho um perfil empresarial muito forte na minha personalidade”.

Mudança de vida

O empresário Fernando Vieira, 33, antigo dono de quatro restaurantes da rede Japa Food, estava em dúvida se continuava na carreira empresarial ou se mudava para a culinária. “Comecei a me conhecer melhor durante o coaching com o Oshiro, a saber mais quais eram as minhas preferências e acabei decidindo vender meus restaurantes. Fui pra são Paulo, fiz um curso de gastronomia e, lá mesmo, comecei a montar um negócio e o trouxe pra Manaus. Agora sou empresário e chef”.

O novo segmento escolhido pelo empresário é o food truck, ou seja, um caminhão que vende comida. “O nome do negócio é Bora lá, e eu vou preparar e vender hambúrgueres e hot dogs caseiros. O diferencial é que será um restaurante móvel. Toda semana estarei em um lugar diferente que será anunciado nas redes sociais (@boralafoodtruck). Posso dizer que o coaching deu um rumo para a minha vida, recomendo a todos que puderem fazer”.