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Número de pessoas que exercem a solidariedade cresce na web

Campanhas positivas estão cada vez mais em evidência nas redes sociais. Boas ações mostram aos usuários que ainda há motivo para acreditar no ser humano

Campanha, organizada nas redes sociais por Fernanda Bittencourt Souza, buscou por mais de oito meses um doador compatível de médula para Kalielton

Campanha, organizada nas redes sociais por Fernanda Bittencourt Souza, buscou por mais de oito meses um doador compatível de médula para Kalielton (Euzivaldo Queiroz)

Em meio a diversos exemplos de egoísmo, intolerância e falta de amor retratados no dia a dia da sociedade, iniciativas nas redes sociais mostram aos usuários que ainda há motivo para acreditar na solidariedade humana. Um dos exemplos de pessoas que utilizam as redes para fazer o bem vem da dona de casa Fernanda Bittencourt Sousa, 24, que, para ajudar o marido Kalielton Santos de Souza a encontrar um doador de medula compatível, movimentou durante oito meses o Facebook em uma campanha que incentivava a doação.

A batalha contra a leucemia iniciou logo após o nascimento da filha do casal, Helena. Fernanda conta que a ideia da campanha partiu de uma amiga que comentou sobre o assunto quando o médico de Kalielton disse que as chances de cura da doença seriam maiores com um transplante. “Começamos pensando em atingir amigos e conhecidos, mas conseguimos um alcance muito maior, pois recebemos muitas mensagens de apoio de pessoas até mesmo desconhecidas dizendo que se tornaram doadores depois de ver a nossa história”, disse Fernanda.

Por vídeos, fotos e relatos sobre o tratamento, isso segundo Fernanda foi muito importante, pois o marido recebeu muito apoio e outras pessoas que estão com a doença também puderam adquirir força para enfrentar o problema pelo sorriso dele.

No dia do seu aniversário na semana passada Kalielton conseguiu um doador de medula, mas faleceu no mesmo dia devido uma pneumonia. “Ele não conseguiu vencer a doença, mas lutou até o fim”, disse Fernanda. Mesmo depois da morte do marido Fernanda diz que pretende continuar incentivando por meio do Facebook as pessoas a continuarem doando.

Outra iniciativa que surgiu nas redes sociais foi Instituto Alguem (Ana Luiza e Giulia Unidas em Missão) que ajuda crianças com câncer. Ele surgiu da união de duas famílias que perderam as filhas na luta contra a doença. Somente na página do Facebook o instituto recebeu 10 mil curtidas. Para Soraya que junto com a Carolina Varella iniciou o instituto, as redes sociais tem um papel essencial para que sejam divulgadas as ações, e além disso levar informação de forma fácil e rápida às pessoas.

Lado B

Apesar do lado positivo das redes sociais muitas pessoas utilizam o espaço para brincadeira que acabam ofendendo e denegrindo. Um exemplo aconteceu com a morte do candidato a presidente, Eduardo Campos (PSB), quando diversos comentários foram postados por pessoas que diziam preferir a morte ou da presidenta Dilma Rousseff ou do senador Aécio Neves.