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Lideranças industriais dos EUA buscam oportunidades na Zona Franca de Manaus

Representantes de agências e órgãos norte-americanos visitaram a Suframa nesta segunda-feira (25), em busca de novas oportunidades de negócio

Thomaz Nogueira, da Suframa, ressaltou boa relação comercial com os EUA

Thomaz Nogueira, da Suframa, ressaltou boa relação comercial com os EUA (Márcio Gallo/Suframa)

Lideranças industriais dos Estados Unidos estiveram reunidos, nesta segunda-feira (25) na Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) com o objetivo de conhecer melhor o modelo e suas oportunidades de negócio.

O superintendente da Zona Franca de Manaus, Thomaz Nogueira dois representantes de agências governamentais norte-americanas: o cônsul comercial Stephen Knode, do Serviço Comercial dos Estados Unidos (ligado ao Departamento de Comércio americano) e Rodrigo Mota, da Agência dos Estados Unidos para Comércio e Desenvolvimento (USTDA, na sigla em inglês).

Nogueira ressaltou a boa relação comercial que a ZFM tem com os EUA, destacando que, embora atualmente empresas com capital asiático sejam mais representativas na região, muitas empresas com capital norte-americano criaram bases produtivas, fomentando a geração de empregos.

O superintendente lembrou, ainda, que o Polo Industrial de Manaus (PIM) está mais próximo dos Estados Unidos do que praticamente todas as capitais brasileiras, bem como capitais de alguns países da América do Sul, o que tornaria a logística, de chegada e saída de insumos e bens finais, mais vantajosa pela região, além de permitir maior estreitamento da relação comercial.

“É muito interessante termos esse diálogo neste momento. Estamos em fase de redesenhar o modelo de desenvolvimento regional para os próximos 50 anos, a partir desta recente prorrogação, e temos um enorme leque de necessidades e oportunidades a discutir”, afirmou Thomaz Nogueira.

Investimentos

O cônsul comercial Stephen Knode declarou que “muitas empresas e investidores americanos procuram o Departamento Comercial dos EUA para entrar no disputado mercado brasileiro e procuram por informações sobre a Zona Franca para potenciais investimentos”. Nogueira aproveitou para lembrar que a Zona Franca é “o portão de entrada ideal para este mercado, sendo responsável pela fabricação de quase a totalidade de motocicletas e televisores, além da maior parte de celulares e bens de informática consumidos no País”.