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Políticos do Amazonas lamentam a morte do presidenciável Eduardo Campos

A morte do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, em um acidente aéreo na manhã desta quarta-feira (13), foi um duro golpe para o País, segundo lideranças políticas do Amazonas

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) entregou o Diploma Mérito Cidade de Manaus ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB)

Nas pesquisas de intenção de votos realizadas até aqui, o candidato do PSB, Eduardo Campos, figurava na terceira posição (Márcio Silva)

Políticos amazonenses lamentaram, nesta quarta-feira (13), a morte do candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB). Para o governador do Amazonas, José Melo (Pros), o País todo perdeu, sobretudo as regiões mais pobres, que perderam um grande defensor.

“O Nordeste perde um filho ilustre, o Brasil um grande político, e a campanha perde uma figura pública que vinha fazendo a diferença. Pois ele combatia as desigualdades, e defendia que regiões como o Norte e o Nordeste tinham que ter um tratamento diferenciado do restante do País”, declarou José Melo. O governador decretou luto de três dias no Estado.

O ex-governador de Pernambuco e candidato do PSB ao Planalto morreu na manhã de ontem em um acidente aéreo em Santos, no litoral paulista. Outras seis pessoas morreram. O político participaria de um evento na cidade.

Amigo pessoal de Campos, o prefeito de Manaus, Artur Neto (PSDB), disse que a morte do colega foi uma “crueldade do destino”. “Para mim, é um perda muita grande. Tínhamos uma amizade muito sólida, antiga. O avô dele (Miguel Arraes) era amigo do meu pai. Tivemos momentos em que um pode provar ao outro o quanto éramos amigos”, declarou Artur, que cancelou a agenda de trabalho de ontem, após ser informado do acidente.

O deputado Marcelo Ramos, candidato ao governo estadual pelo PSB, foi informado da morte do presidenciável de sua sigla, Eduardo Campos, no momento em que se apresentava em um encontro com produtores rurais, realizado na manhã no auditório do Centro Universitário Luterano de Manaus (Ulbra).

Após o evento, em entrevista para A CRÍTICA, Ramos disse que a perda não é apenas do PSB, mas do País. “O momento é de dor para o Partido Socialista Brasileiro e para o povo brasileiro. Perdemos a democracia. E eu espero que tenhamos força para seguir em frente, pois tenho certeza que era isso que ele esperava de nós. Força”, disse o candidato.

O senador e também candidato ao Governo do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB), disse que a nova geração de políticos perdeu um grande nome. “Ele era um obstinado, um determinado, portanto, acho que o Brasil perdeu um dos grandes líderes da nova geração, da nova política brasileira”, declarou Braga.

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), deputado estadual Josué Neto (PSD), disse que a disputa eleitoral não será a mesma. “Olhar para Eduardo Campos era olhar para o futuro que ele representava. Sua candidatura representava uma ótima opção para o novo e para a democracia. Essa eleição não será a mesma”, afirmou o deputado.

O candidato ao Governo do Amazonas pelo Psol, Abel Alves, disse que Campos era um político promissor. “Trabalhei no governo de Miguel Arraes, avô do Eduardo Campos. Ele era um jovem que não tinha aquele exibicionismo colorido. Tratava as coisas com seriedade. Acho que o Brasil perde um grande quadro político que no futuro poderia dar um novo caminho para o nosso País”, disse.

Colaboraram: Janaína Andrade, Luciano Falbo e Náferson Cruz.