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População duvida, mas governantes veem ‘legado da Copa do Mundo’ em Manaus

Em coletiva de imprensa na quarta-feira, o governador José Melo (Pros) e o prefeito Artur Neto (PSDB) defenderam o que eles consideram que ficará como legado com a realização da Copa do Mundo em Manaus. Amazonenses têm suas dúvidas à respeito

Melo destacou os R$ 100 milhões em investimentos e Arthur a recuperação da malha viária e o embelezamento da cidade

Na quarta-feira, o governador José Melo e o prefeito Artur Neto defenderam o que eles consideram que ficará de legado (Divulgação/Semcom)

O taxista Célio Alfaia, 33, acredita que dificilmente obras de mobilidade serão realizadas após a Copa. “Sem a Copa, não vai ter mais motivos para mandar verba para cá. Essas já eram reivindicações antigas e pelo jeito ficou só no sonho”, frisa.

A autônoma Raimunda de Souza, 33, também afirma que vai ficar mais difícil que projetos ousados de mobilidade urbana saiam do papel após o torneio de futebol. “Imagina depois da Copa”, ironiza Raimunda.

No dia 31 de maio de 2011, após uma reunião com a presidente Dilma Rousseff, Amazonino Mendes e Omar Aziz, respectivamente, prefeito de Manaus e governador do Estado à época, anunciaram em Brasília que Manaus não teria o monotrilho nem o sistema Bus Transit Rapid (BRT) construídos para a Copa do Mundo, tornando a cidade a única das sedes do evento que não recebeu grandes obras em mobilidade urbana.

O monotrilho passou então da matriz de responsabilidades das obras da Copa para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades. Como o PAC é um projeto plurianual, ele só será discutido nos próximos governos. Outro empecilho para a construção do monotrilho é a complexidade da obra, que envolverá questões sobre o patrimônio histórico e a responsabilidade sobre a operação do sistema.

“Temos legado, sim”

Em coletiva de imprensa na quarta-feira, o governador José Melo (Pros) e o prefeito Artur Neto (PSDB) defenderam o que eles consideram que ficará como legado com a realização da Copa do Mundo em Manaus.

José Melo destacou duas ações importantes: a construção do Centro de Convenções ao lado da Arena Amazônia e o investimento de R$ 100 milhões em segurança pública. O governador lembrou que foi contratada uma empresa para apresentar soluções de utilização da Arena após a Copa. Segundo dados do governo, 16 mil novos empregos foram gerados com as obras da Copa e 26 mil pessoas receberam capacitação.

Artur Neto, por sua vez, lembrou que teve apenas 17 meses à frente da prefeitura para preparar a cidade. “Preparamos perfeitamente 62,5 quilômetros de ruas do chamado quadrilátero da Copa e, mais, conseguimos levar os serviços para outras áreas da cidade, totalizando mais de 100 quilômetros de vias totalmente recapeadas”, disse, ao ressaltar a recuperação de calçadas, sarjetas e meios-fios, além de investimentos na iluminação pública.

O prefeito também destacou a reforma de terminaise a implantação do Bus Rapid Sitem (BRS). E ainda a reestruturação de alguns pontos turísticos como o Mercadão.