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Preço do café deve aumentar em até 17%

Presidente Dilma autorizou a elevação no preço mínimo do item, mas cortou pela metade o reajuste desejado pelos produtores e pelo Ministério da Agricultura

O consumo exagerado de café pode acarretar prejuízos ao organismo

O preço do café deve ser reajustado em breve (Divulgação)

Um dos itens fundamentais da cesta básica terá o preço reajustado. Estamos falando do tradicional ‘cafézinho’.

A presidente Dilma Rousseff autorizou a elevação no preço mínimo do item, mas cortou pela metade o reajuste desejado pelos produtores e pelo Ministério da Agricultura. Os preços do grão arábica e robusta serão reajustados a R$ 307 e R$ 180, respectivamente.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) calculou que o atual preço mínimo do grão arábica, de R$ 261,69 por saca, estava defasado, sendo que para produzir uma saca hoje é de R$ 336.

Assim, o Ministério da Agricultura passou a defender elevação a R$ 340 do preço. Por outro lado, o Ministério da Fazenda afirmou que esse reajuste, de 30%, teria impacto sobre o preço do produto.

Diante do impasse e da pressão dos produtores, a discussão chegou até o gabinete da presidente da República. Preocupada em elevar o preço para evitar uma crise no setor cafeeiro, mas temendo um efeito sobre o consumidor, a presidente decidiu um reajuste inferior, da ordem de 17%.

Ainda assim, defendeu o Palácio do Planalto, o preço mínimo do café arábica ficará pouco acima daquele hoje negociado no mercado - de R$ 300 a saca.

O valor do preço mínimo serve de referência na utilização dos instrumentos de apoio à comercialização e sustentação de preços por parte do governo, como os leilões públicos de opção de compra de sacas e até a formação de estoques reguladores, administrados pela Conab.

O reajuste seria anunciado na semana passada, após a reunião mensal do Conselho Monetário Nacional (CMN), mas o encontro foi cancelado. A reunião, então, passou para a última segunda-feira mas não obteve resultados.

Nesta quinta-feira (02), o assunto foi levado ao Palácio do Planalto, em reunião entre Dilma e os ministros Antônio Andrade (Agricultura) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil). Mesmo depois do encontro, o novo preço mínimo não foi anunciado oficialmente.