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Candidatos iniciantes nas eleições de 2014 prometem fazer a diferença na política do AM

Realizados profissionalmente, marinheiros de primeira viagem nas eleições como candidatos afirmam que precisam da política para contribuir com a sociedade

Filiada ao Partido Republicano, a psicóloga Jacqueline Sebben Cembrani é candidata pela primeira vez

Filiada ao Partido Republicano, a psicóloga Jacqueline Sebben Cembrani é candidata pela primeira vez (Euzivaldo Queiroz )

O que leva uma pessoa que já tem uma carreira consolidada, que teoricamente não teria necessidade de ocupar cargos públicos para alavancar sua vida, a enfrentar uma campanha eleitoral acirrada para conquistar uma vaga na política? A CRÍTICA ouviu alguns candidatos com esse perfil e teve como principal resposta deles: a vontade de poder contribuir com a sociedade.

Em busca de uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), a psicóloga Jacqueline Sebben Cembrani, conhecida como Jackie Cembrani, afirma acreditar que, como deputada, terá mais condições de ajudar pessoas, mas num contexto maior. “Muitas pessoas vão estranhar. Se hoje eu sou uma pessoa que ajuda outras no meu contexto, acho que posso fazer muito mais, não por algumas, mas por muito mais pessoas”, observa.

A psicóloga conta que sua passagem na diretoria da Fundação de Apoio às Instituições de Proteção à Pessoa com Deficiência (Fada) e na implantação do setor de mulheres do Partido da República (PR) em alguns municípios do interior teve contato mais direto com outras realidades que a impulsionaram a querer ajudar mais.

“Deixei de ser apenas uma pessoa envolvida no contexto quando visitei a casa das pessoas para me tornar mais atuante. Acompanhei o dia a dia de muitas famílias e vi as dificuldades, enquanto eu poderia estar no meu consultório. Nós temos que abandonar o comodismo. Para termos um País novo temos que contribuir”, ressalta.

O médico dermatologista Helder Cavalcante, que disputa a vaga de suplente de senador na chapa encabeçada pelo ex-governador Omar Aziz, também afirma estar disposto a contribuir com a sociedade. “Acho que tenho a obrigação de usar minha experiência na tentativa de melhorar a gestão pública, na defesa de novos projetos, na discussão com os setores e as classes”, frisa.

Servidor público concursado há quase três décadas e com um consultório reconhecido na região, o dermatologista diz que interesses financeiros não motivaram seu ingresso no processo eleitoral. “Do ponto de vista econômico, eu sou uma pessoa que já não almeja grandes coisas porque sempre trabalhei e continuo trabalhando”, afirma.

Garnero pede voto de confiança

O empresário e apresentador de televisão Álvaro Garnero surpreendeu os seus seguidores na rede social Instagram quando anunciou que disputará uma das cadeiras na Câmara dos Deputados por São Paulo. O candidato pediu compreensão dos seus seguidores. Disse que não precisa da política para fazer negócios, mas para colocar em prática o que aprendeu ao longo da vida e aquilo que acredita.

“Eu gostaria que as pessoas que têm manifestado tanta resistência me deem um voto muito mais simples que o das urnas: me deem um voto de confiança”, escreveu Garnero.

O empresário disse acreditar que a resistência de alguns dos seus seguidores vai passar. “Se não acreditam em política, tentem acreditar na minha sinceridade”, disse. “Eu quero me dedicar à política justamente para você, que tem tanta resistência a me imaginar num plenário”, completou.

Chico da Silva quer compor leis

Artista de renome nacional, o cantor e compositor Chico da Silva quer ser deputado estadual pelo Amazonas. O candidato afirma que toda pessoa por vocação é um ser político. “Eu sempre defendi ideias e a luta contra os sistemas. Se você perceber, parte da minha música denuncia a intolerância, a desigualdade”, afirmou. Quanto à política partidária tradicional, Chico da Silva afirma que, com a eleição, busca ampliar a sua luta. “Colocar em prática ideias. Agora, eu quero compor leis. Quero poder colaborar para a melhoria da vida do povo”, defende Chico.

“Sou filiado ao PV há um bom tempo, já disputei algumas vezes e entrei na agremiação porque defende o desenvolvimento sustentável que é uma coisa que tem muito a ver com o Amazonas”, justifica a escolha partidária.

Para Chico, a política é algo que o motiva a ser útil. “A música a gente faz para a alma, no caso da política há a responsabilidade a se cumprir, é algo mais formal”, afirma.