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Programa Mais Médicos atende cerca de 1,7 milhão de pacientes em um ano no AM

Esse é o balanço do programa Mais Médicos no Estado, apresentado nesta terça-feira (01) em seminário organizado pelo Ministério da Saúde

Segundo o representante do Ministério da Saúde Antônio Alves de Souza (em pé), foram contratados mais de 14 mil médicos para 3,8 mil municípios brasileiros

Segundo o representante do Ministério da Saúde Antônio Alves de Souza (em pé), foram contratados mais de 14 mil médicos para 3,8 mil municípios brasileiros (Antonio Lima)

Ao contabilizar o atendimento de cerca de 1,7 milhão de pacientes em um ano do Programa Mais Médicos, do Governo Federal, no Estado do Amazonas, e 50 milhões em todo o País, secretários de saúde do Estado e capital, representantes do Ministério da Saúde (MS) e de organizações indígenas avaliaram positivamente o programa, no seminário “Mais Médicos para o Brasil, Mais Saúde para os brasileiros”.

No Amazonas, de acordo com o secretário Wilson Alecrim, dos 62 municípios, apenas o de Uarini (a 568 quilômetros de Manaus) não conseguiu aderir ao programa por problemas com documentação, mas no Estado estão contratados 444 profissionais presentes em comunidades mais distantes da capital, onde os médicos brasileiros não queriam ir. “Ou quando iam, não ficavam mais do que uma semana”, emendou. Pelos cálculos dele, cada médico atende 80 pessoas por semana, ou seja, 320 por mês. Multiplicando-se isso por 12 meses o atendimento de cada profissional, chega-se a esse número de consultas. Alecrim observou que essa presença não vai mudar indicadores de saúde preocupantes em curto prazo, mas isso é uma questão de tempo. Entre esses índices, ele destaca problemas como a mortalidade materna, índice no qual o Brasil é o quarto maior do mundo. Ao atribuir entre as principais causas da mortalidade a falta de um pré-natal bem feito, o secretário diz que o Mais Médicos vai mudar esse quadro no que se refere ao pré-natal bem realizado.

O secretário municipal de Saúde, Homero de Miranda Leão Neto, observou a superação de desafios do idioma para desafogar a rede de urgência e emergência e também aprovou o programa.

MINISTÉRIO

O representante do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condise), Pedro Santa Rita, o programa trouxe avanços numa área crítica para os indígenas do Amazonas. Atualmente, 88 médicos atuam em comunidades indígenas. Mesma posição destacada pela coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei Manaus), Adarcyline Rodrigues. “O programa tem garantido um atendimento diferenciado aos indígenas”, revelou ela, citando que no Dsei Manaus existem 13 médicos do programa.

Para o Ministério da Saúde, órgão promotor do evento, previsto para acontecer em todos os estados do País, o objetivo do evento é debater com gestores públicos os primeiros impactos do Programa na assistência da população que vive nas cidades. O médico Antônio Alves de Souza, secretário especial de Saúde Indígena e representante do ministro Arthur Chioro, contabilizou a contratação de mais de 14 mil médicos para 3,8 mil municípios brasileiros, com destaque para aquelas mais distantes. “E o importante é que eles ficam permanentemente lá, não ficam alguns dias e depois vão embora”, afirmou.