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Redes Estadual e Municipal de Educação ameaçam paralisação

Sinteam e movimento de luta prometem paralisação das aulas se reivindicações não forem aceitas pelo Governo do Estado e Prefeitura de Manaus


Presidente do Sinteam, Marcus Libório afirma que a negociação com Seduc e Semed está aberta e encaminhada

Presidente do Sinteam, Marcus Libório afirma que a negociação com Seduc e Semed está aberta e encaminhada (Erica Melo)

Reivindicando melhores condições de trabalho e reajuste salarial, as redes Estadual e Municipal de Educação sinalizam com a realização de uma greve, caso as reivindicações não sejam atendidas pelo Governo do Estado e Prefeitura de Manaus. O recado é do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) e do Movimento de Luta dos Professores de Manaus (MLPM), entretanto, há divergências entre as entidades em alguns pontos, sendo que um não considera o outro como representante legal da causa.

De acordo com o presidente do Sinteam, Marcus Libório de Lima, a categoria cogita paralisar as atividade e anunciar a greve somente em último caso, se as reivindicações não forem atendidas pelo prefeito de Manaus, Arthur Neto, e o Governador do Estado, José Melo. Libório explica que a entidade negocia a data base com reajuste de 15% para os professores do Estado (Seduc) e de 20% para os professores do município (Semed). Além dessa proposta, o Sinteam exige que professores estaduais recebam vale alimentação, vale transporte, plano de Cargos e Carreira e plano de saúde. No caso dos professores da Semed, o Sinteam cobra aumento no valor da vale alimentação, que hoje custa R$ 200, abaixo do valor da cesta básica (R$ 225,82).

“Não estamos chamando para nenhuma paralisação, nem greve. Estamos em negociação com o Estado e Município. Enquanto houver diálogo estamos negociando. O ideal é que o plano seja revisado a cada dois anos e não a cada dez anos”, frisou Marcus Libório, ao acrescentar que o plano de Cargos e Carreira foi revisado e precisa ser encaminhado para a Câmara Municipal de Manaus (CMM) para ser aprovado e sancionado pelo prefeito.

O presidente do Sinteam alerta que outras entidades, não ligadas ao sindicato, mobilizam os professores para uma greve não reconhecida pelo sindicado. “ O sindicato é o representante legítimo. Nesse momento não cabe a paralisação e nem greve. Querendo ou não eles (professores) serão penalizados, levarão faltas e impedidos futuramente de ter licença especial”, enfatizou.

Paralisação

Para o coordenador do Movimento de Luta dos Professores de Manaus (MLPM), Lambert Melo, o Sinteam não representa a categoria e afirma que desde ontem acontece uma paralisação de alerta e segue até amanhã. Segundo ele, professores da rede estadual estão em alertas para paralisar as atividades em sala de aula. A expectativa é de paralisação total .

“Essa será apenas uma paralisação de alerta. Nós entendemos que o acordo não tem validade e que o Sinteam não representam mais a categoria. Se não houver negociação com a associação dos professores, nenhum acordo irá evitar a greve, porque os professores estão insatisfeitos”, enfatizou.