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Amazonas ganha destaque na Região Norte após trabalhos científicos do Intercom

O Estado tornou-se o maior pólo de produção científica e experimental do campo da comunicação da Região Norte, após apresentar maior quantidade de trabalhos

A edição 2014 do Intercom Norte foi realizada em Belém e reuniu aproximadamente 1,2 mil estudantes de comunicação

A edição 2014 do Intercom Norte foi realizada em Belém e reuniu aproximadamente 1,2 mil estudantes de comunicação (Divulgação)

O Amazonas se tornou o maior pólo de produção científica e experimental no campo da comunicação da Região Norte. A posição, antes ocupada pelo Pará, foi conquistada no ano passado, quando o Amazonas sediou o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e apresentou o maior número de trabalhos.

A posição no ranking foi reforçada este ano com a participação na 14ª edição do Congresso de Ciências da Comunicação na Região Norte, realizada na última semana, em Belém.

Novamente, o Amazonas foi o Estado que mais apresentou trabalhos científicos e experimentais e o mais premiado no congresso. Foram 72 trabalhos vencedores oriundos de seis instituições de ensino, sendo cinco particulares e uma pública. A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) foi a mais premiada, com 19 trabalhos, tanto de alunos do campus da capital quanto do município de Parintins.

Mais de 1,2 mil pessoas participaram dos três dias do congresso para discutir a Comunicação na Amazônia, na Universidade Federal do Pará (UFPA), que sediou o evento voltado para estudantes, professores, pesquisadores e profissionais. Este ano o congresso teve como tema “Comunicação: Guerra e Paz - Convencer e conviver - 100 anos de Publicidade, Propaganda e Relações Públicas”, em referência ao centenário da 1° Guerra Mundial.

Os trabalhos foram apresentados em oficinas, mesas de discussões, minicursos, workshop, painéis e atividades culturais.

Apesar do Amazonas ser o atual protagonista na produção acadêmica, há uma escala ascendente dos demais Estados. Em 2012, o congresso regional foi realizado no Tocantins e reuniu menos de 350 participantes. No ano passado, em Manaus, o evento reuniu 700 congressistas e este ano, em Belém, mais de 1,2 mil. O aumento de participantes se refletiu também no aumento da produção.

Segundo do chefe do Departamento de Comunicação Social (Decom) da Ufam, Allan Rodrigues, o Estado é que mais produz material científico e experimental no Norte e a tendência é manter o ritmo. Ele acredita que os acadêmicos de comunicação de faculdades particulares e públicas despertaram para a produção científica a adotaram como caminho sem volta. “É importante destacar que não é só quantidade, mas a qualidade dos trabalhos do Amazonas é indiscutível”.

Mudanças começaram em 2010

A transformação do Amazonas em pólo de produção científica e pesquisa experimental é resultado de um planejamento feito em 2010, quando a Ufam se candidatou junto à Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) para ser sede do congresso.

Os coordenadores do projeto decidiram não concentrar a produção na Ufam, mas envolver no projeto as faculdades Boas Novas, Martha Falcão e Uninorte, Ciesa e Nilton Lins, que têm cursos de comunicação.

Para Allan Rodrigues, o diferencial do Intercom 2013 foi o legado deixado pelo trabalho conjunto dos professores e alunos de comunicação do Amazonas, que fortaleceram a produção científica no Estado.

A Intercom promove seis congressos anuais (nacionais e regionais) ao longo do ano com o objetivo de fomentar a pesquisa nas áreas da Ciência da Comunicação, além de estreitar vínculos com pesquisadores de outros países, avaliar o ensino dos cursos universitários e discutir os caminhos da mídia brasileira. O evento é realizado desde 1977.