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Demanda por tinta de parede cresce no período da Copa do Mundo em Manaus

No geral, as vendas de material de construção caíram, desde o início da Copa do Mundo, mas as de tinta surpreenderam os lojistas da capital amazonense

Na loja Cores & Cores, a demanda por latão de 18 litros de tinta na cor verde surpreendeu a gerência

Na loja Cores & Cores, a demanda por latão de 18 litros de tinta na cor verde surpreendeu a gerência (Mônica Dias)

A procura por tintas de parede e, principalmente, de piso, cresceu em Manaus por conta da Copa do Mundo. A vontade de decorar a casa e as ruas movimentou a venda de galões médios e grandes, em especial, claro, nas cores da seleção brasileira. O A CRÍTICA visitou na manhã desta segunda-feira (23) três lojas. Em todas elas, os vendedores afirmaram que a cor verde vem sendo a mais procurada.

Na Cores & Cores, localizada no bairro Dom Pedro, por exemplo, o estoque da cor programado para atender a demanda de três meses esgotou em menos de um mês. A procura surpreendeu o estabelecimento que vendeu bem acima da média diária.

“Em média, vendemos 100 galões por mês, mas já vendemos 300 e junho nem acabou. Tivemos que pedir mais tinta verde. Mas amarelas, azuis e brancas também estão saindo bastante”, relata o gerente de vendas do local, Junior Reis.

No estabelecimento – inaugurado a menos de dois anos – o latão de 18 litros é o mais procurado, segundo Júnior Reis, e custa entre R$ 106 e R$ 147. Mas as versão em 3,6 litros também tem vendido bem.

Galão

Na Constrói, localizada no parque Dez de Novembro, Zona Centro-Sul, a procura também aumentou, mas lá, o galão mais solicitado é o de três litros, que custa R$ 29,80. “A procura foi bem maior no começo da Copa do Mundo, obviamente, mas as tintas ainda estão saindo mais que as vendas em dias normais”, afirmou o gerente de vendas Edinaldo Mascarenhas.

Na Casa Canarinho, no bairro Dom Pedro, além das tintas, as bandeirolas e as buzinas estão fazendo sucesso. “Por causa da redução do horário comercial em vários dias e das festividades da Copa, ficamos receosos com as vendas. Por isso incluímos em nossos produtos, durante o período do Mundial, as bandeirolas e as buzinas. E deu tão certo que até nos surpreendeu. Quem vem aqui comprar outras coisas, acaba levando”, explica o gestor financeiro Felipe Pereira.

Estabilidade nas vendas

A redução do horário comercial em dias de jogo realizados na Arena da Amazônia e os feriados deste mês assustaram as lojas do setor de construção. Felipe chamou atenção para isso, mas informou também que agora o movimento deu uma estabilizada.

“De uma forma geral, as vendas estão estáveis. Registramos queda de vendas em materiais mais pesados, como seixo, areia e cimento, mas, por outro lado, a procura por materiais de reparo e decoração cresceram. Parece que a Copa incentivou muita gente a arrumar a casa para receber os turistas. Contudo, não podemos deixar de temer a última semana de junho. Por contado festival de Parintins, ela já costuma ser ruim, com a Copa acontecendo ao mesmo tempo, pode ficar pior”, frisa o gestor.