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Concurso público: Susam anuncia 11 mil vagas

As vagas do concurso serão distribuídas entre profissionais de nível médio superior e médio. O Simeam também vai atuar, junto ao Estado e ao Município

É pré-requisito também ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 e atingido pelo menos 400 pontos na média das provas objetivas, além de não ter zerado a nota da redação

O último grande certame da Secretaria aconteceu em 2005 (Arquivo AC)

A Secretaria de Estado da Saúde (Susam) está próxima de anunciar um concurso público para 11 mil vagas, distribuídas entre profissionais de nível superior e médio. O último grande certame da Secretaria aconteceu em 2005. O concurso expirou sem que todos os candidatos aprovados fossem chamados.

O presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), Mário Viana, esteve reunido com o titular da Susam, Wilson Alecrim, no começo da semana. Mário confirmou a informação sobre o concurso e elogiou a postura do Estado. “Isso é ótimo pois inibe um pouco a importação de médicos para o Amazonas. O concurso atende a um anseio da saúde pública, mas também é preciso melhorar a infra-estrutura e valorizar mais o profissional”, analisou.

Há duas semanas, os fisioterapeutas da capital fizeram uma manifestação em frente à Susam, cobrando um certame. Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), editada em fevereiro deste ano, estabelece a presença obrigatória de fisioterapeuta em todas as UTI´s do Brasil. “O trabalho de recuperação acompanhado por um fisioterapeuta é um. Sem a presença dele é outro. O benefício da presença dele é inegável”,  frisou Mário.

O Simeam também vai atuar, junto ao Estado e ao Município, com uma comissão que vai avaliar a implantação do piso nacional dos médicos no Amazonas. Mário Viana revelou que a categoria pretende pressionar o Governo Federal por mais investimentos na saúde. “O Governo Federal repassa muito pouco da arrecadação de tributos aos estados. A Argentina investe 22% de sua receita bruta em saúde, o Uruguai, 17%. Há um movimento para que o Brasil invista ao menos 10% do PIB na saúde. Talvez, hoje, esses números não cheguem à 5%. Assim, a saúde pública nunca terá solução”, criticou o médico.