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Bares e restaurantes de Manaus preparam os espaços para a Copa

Com vista nos lucros trazidos pelo evento mundial, estabelecimentos investem em infraestrutura, qualidade do serviço oferecido e capacitação dos profissionais

Gerente operacional do restaurante Alantejo, Geraldo Teixeira, destaca que o local está sendo ampliado para proporcionar mais conforto ao cliente

Gerente operacional do restaurante Alantejo, Geraldo Teixeira, destaca que o local está sendo ampliado para proporcionar mais conforto ao cliente (Winnetou Almeida)

Aliviados do peso do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que caiu de 17% para 3,5%, proprietários locais de bares, restaurantes e similares reforçaram seu otimismo com o que podem vir a faturar em junho , quando em Manaus desembarcarem os turistas que acompanharão os jogos da Copa do Mundo que aqui acontecerão.

Nos últimos anos, aliás, não se falou em outra coisa, senão o incremento que esse evento proporcionaria a esse segmento. Será, entretanto, que os empresários fizeram por onde se preparar para atender aos turistas?

Para responder a essa pergunta, buscando saber o que de concreto foi feito nesse sentido, A Crítica conversou durante a semana com proprietários e gerentes do La Parrilla, Alentejo, Morada do Peixe, Capitão Picanha, Budega da Vila e Loppiano Pizza.

Em todos eles, de cara, constatamos que a preocupação é grande com o atendimento que será dado aos turistas. Por isso, não economizaram nos investimentos em cursos de inglês e espanhol .

É verdade que nem todos os garçons foram capacitados nesses dois idiomas. Contudo, nesses estabelecimentos, todos os funcionários já passaram ou estão passando por cursos voltados para a qualificação do atendimento.

O maître do restaurante La Parrilla, Raimundo Nonato Lira, destaca que o estabelecimento antecipou as mudanças na gestão e no atendimento, com a capacitação de empreendedores e funcionários. “São melhorias que permanecem, mesmo depois que a Copa do Mundo acabar”, comentou.

Na Morada do Peixe, restaurante que virou “febre” em Manaus, localizado no bairro Rendação, o cardápio já ganham dois novos idiomas – inglês e espanhol –, nos quais os funcionários estão sendo capacitados. Além disso, o local será ampliado, passando de 76 para 129 mesas.

O Alentejo, especializado em bacalhau, além de qualificar seu pessoal, trabalha para concluir as obras de reforma de espaço físico. Hoje são 120 meses, que passarão a 200 a partir de abril.

O La Parrilla também segue esse diapasão. Não descuidou da capacitação de seus em inglês e espanhol, e resolveu ampliar a sua estrutura física, agora com um complexo de 30 novas lojas, que funcionarão ao lado do restaurante. “São melhorias que permanecem, mesmo depois que a Copa do Mundo acabar”, disse maître do restaurante La Parrilla, Raimundo Nonato Lira.

O proprietário da Loppiano Pizzaria, Rogério Cunha, que também investiu na capacitação (idiomas e para o atendimento) de seus funcionários, acredita que a Copa do Mundo se tornou uma oportunidade grande para o desenvolvimento do setor. Já Heyder Cabral, da churrascaria Capitão Picanha, e Marco Aurélio, da Budega da Vila, ressaltam que a proposta de investimento serve para se adequar a qualidade de serviço aos padrões internacionais.