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Bens de informática devem gerar R$ 500 milhões para projetos de P&D no Amazonas

Recursos disponíveis em 2014 e expectativa de aportes maiores nos próximos anos motiva novos projetos estratégicos de empresas instaladas no PIM

As vagas para o curso de informática básica têm carga horária de 95h e investimento de R$ 150 ou 4x no cartão de crédito

Alguns projetos já em andamento no Estado, por iniciativa das indústrias do PIM, apostam no potencial transformador dos jovens estudantes (Reprodução)

A projeção de faturamento para empresas do segmento de bens de informática instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) deve gerar, até o final do ano, um volume de aproximadamente R$ 500 milhões para aplicação específica em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no Amazonas.

O montante, que corresponde a 5% do total faturado pelas empresas do setor e é destinado obrigatoriamente para projetos na área, conforme a Lei de Informática (Lei 8248/91), pode ser ainda maior nos próximos anos. A expectativa é de que os recursos ultrapassem a barreira de R$ 1 bilhão em um intervalo de quatro anos.

O secretário de Estado da Fazenda, Afonso Lobo, lembrou que o faturamento dos bens de informática já representou 7,5% do total de ganhos do PIM e hoje equivale a 15%. “Com o aumento da fatia do setor, cresce também a quantidade de recursos disponíveis para P&D, uma das grandes demandas do Estado em termos de contrapartidas para a concessão de incentivos fiscais pelo governo”, explicou.

Algumas empresas já começam a aplicar estes recursos em projetos que visam o desenvolvimento regional. Um deles é o acordo que será oficializado ainda esta semana com a TPVision (Philips TVs e Monitores). A empresa investirá R$ 8 milhões na implantação de um projeto que vai prover formação técnica a aproximadamente 800 estudantes do ensino médio nos municípios de Manacapuru e Iranduba, na área de desenvolvimento de software.

Além do treinamento técnico, os alunos serão capacitados em inglês e empreendedorismo. Os 50 que mais se destacarem serão absorvidos pela empresa. “A ideia é incentivar as empresas a investir o recurso de P&D, efetivamente, em inovação e capacitação de mão de obra local. Posteriormente, queremos desenvolver iniciativas em outros municípios e abarcar outras grandes empresas no processo”, defendeu Lobo.

Mais iniciativas

A Samsung também está entre as corporações que apostam em P&D. Em abril, foi inaugurado o modelo “Smart School”, uma sala de aula que insere novas tecnologias no processo de ensino. Onze salas já estão ativas e até setembro serão 20 em diversas escolas públicas de Manaus. A sul-coreana também se prepara para o lançamento do Ocean Center, uma unidade de capacitação gratuita de desenvolvedores de aplicativos para smartphones e tablets, entre outros.