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‘Os aeroportos estão preparados para a Copa do Mundo’, afirmou a presidente Dilma Rousseff

Dilma disse que em Manaus a capacidade do aeroporto foi triplicada com a ampliação e a modernização do terminal. Ela afirmou que os brasileiros vão sentir orgulho dos terminais aéreos, que são “legado do Mundial”

Obras do Aeroporto Internacional de Manaus estão na reta final

A reforma e construção dos aeroportos são investimentos no bem-estar do passageiro, disse Dilma (Divulgação)

A presidenta Dilma Rousseff destacou nesta segunda-feira (19), durante o programa semanal “Café com a Presidenta”, que os aeroportos brasileiros estão preparados para receber os turistas na Copa do Mundo, e que a população vai sentir orgulho dos terminais que estão sendo construídos, pois vão ficar como legado do Mundial.

“Quem passar hoje pelos aeroportos da maioria das nossas capitais vai notar que a poeira e o barulho estão diminuindo, e os tapumes estão sendo retirados para dar lugar a instalações modernas e confortáveis. É claro que eles vão servir à Copa, mas, além de tudo, eles são investimentos no bem-estar do nosso passageiro”, disse.

A presidente disse que os aeroportos vão contribuir para o “bem-estar desses milhões de brasileiros que passaram a ter renda suficiente para comprar sua passagem de avião e viajar. Garanto que nossos aeroportos estão preparados para a Copa do Mundo. Vamos receber todos muito bem”, declarou Dilma.

Dilma informou que participará nesta terça (20), da inauguração do Terminal 3 do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com capacidade para receber 12 milhões de passageiros por ano. “O terminal é maior que os outros três que já operam em Guarulhos e que, em breve, serão reformados. O novo terminal tem 20 pontes de embarque e um pátio capaz de atender a 34 aeronaves ao mesmo tempo.”

Ela lembrou que, em abril, inaugurou o Píer Sul do aeroporto de Brasília, e ainda este mês será inaugurado o Píer Norte. Segundo Dilma, no aeroporto do Galeão, a reforma dos terminais e a expansão do Terminal 2 elevaram em quase 80% a capacidade de atendimento dos passageiros. Em Manaus, a capacidade do aeroporto foi triplicada com a ampliação e a modernização do terminal de passageiros, disse a presidenta.

“No aeroporto de Confins, em Minas Gerais, até o final do mês, vamos concluir as obras do Terminal 3, no pátio e a reforma do saguão do Terminal 1. Tanto o aeroporto de Confins quanto o aeroporto do Galeão vão ter outras obras de ampliação, mas elas não são para a Copa, serão obras permanentes para atender ao aumento de passageiros de todo o Brasil.”

Em Cuiabá, acrescentou a presidenta, as obras vão quadruplicar a capacidade de atendimento. “E, no Rio Grande do Norte, teremos um aeroporto inteiramente novo já agora no mês de maio, construído pela iniciativa privada em São Gonçalo do Amarante – uma cidade vizinha de Natal.”

Dilma ressaltou que os investimentos em aeroportos vão atender ao crescimento da demanda no Brasil. Desde 2003, o número de passageiros nos aeroportos saltou de 33 para 111 milhões ao ano.

Segundo ela, o governo está investindo R$ 7,3 bilhões na expansão de 270 aeroportos espalhados pelo interior do país. “Os aeroportos regionais vão descentralizar e facilitar o fluxo de passageiros. Assim, quem está longe dos grandes centros vai, progressivamente, poder pegar um avião a menos de 100 quilômetros de onde mora ou trabalha. Já concluímos os estudos de viabilidade de 163 aeroportos e agora estamos na fase de elaboração dos projetos de engenharia.”

A presidenta acrescentou que, no total, o governo tem R$ 186 milhões em contratos de projetos já assinados e em execução. “A partir de junho, começaremos as licitações para as obras, que vão prosseguir ao longo de todo o segundo semestre de 2014”, disse Dilma.

“Vamos também isentar os aeroportos regionais de todas as tarifas aeroportuárias e subsidiar as passagens aéreas para rotas originadas ou destinadas a esses aeroportos sempre que isso for necessário para garantir a regularidade dos vôos”, declarou a presidente.

Dilma continua: “vamos subsidiar 50% dos assentos ou até 60 assentos por aeronave para aproximar o preço da passagem de avião ao dos ônibus e democratizar ainda mais o acesso ao transporte aéreo. Os recursos para todas essas ações nos aeroportos regionais vêm das concessões dos grandes aeroportos”.