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Curtas Amazonenses são selecionados para festival no RJ

Os curtas "Peixe monstro", de Augustto Gomes, e "H2O", de Moacyr Massulo, foram selecionados para o FATU - Festival Brasileiro de Aventura, Turismo e Sustentabilidade, na capital carioca

Com visibilidade internacional, de 2006 a 2008 o FATU participou como Mostra Internacional convidada em diversas cidades do Japão e segue participando de projetos semelhantes

Com visibilidade internacional, de 2006 a 2008 o FATU participou como Mostra Internacional convidada em diversas cidades do Japão e segue participando de projetos semelhantes (divulgação Anderson Mendes)

Foram mais de 100 filmes inscritos e apenas 40 classificados para participar da nona edição do Festival Brasileiro de Aventura, Turismo e Sustentabilidade (Fatu), que acontecerá de 09 a 13 de outubro na cidade Paraty, interior do Rio de Janeiro. Entre os selecionados está "Peixe Monstro", do cineasta amazonense Augustto Gomes, e "H2O", de Moacyr Massulo.

Segundo Augustto, o Fatu é um festival que tem tudo haver com nossa realidade amazônica. "Turismo e sustentabilidade são políticas que a Amazônia vem tentando concretizar e o mundo inteiro torce por isso. 'Peixe Monstro' é um curta-metragem que vem contribuir com o turismo da região, mostrando os costumes ribeirinhos e vendendo nosso cenário amazônico em forma de imagem cultural, colaborando assim com o mundo, para uma nova maneira de fascinar, entreter, propor ideias e provocar sensações”, comenta.


'H2O'

Outro curta amazonense selecionado é o 'H2O', de Moacyr Massulo que segue sua carreira em festivais após participar de uma mostra de Direitos Humanos em Buenos Aires, capital argentina.

“Terminei de rodar meu novo curta e no dia seguinte recebo a mensagem da seleção do filme. Isso tudo é muito gratificante e me motiva a continuar produzindo cada vez mais", declarou Massulo.

Momento positivo

Para o cineasta Anderson Mendes, produtor dos dois filmes selecionados para o festival, a cena amazonense atual é prolífica em produções cinematográficas. “Hoje em dia existem diversos grupos espalhados pela cidade de Manaus, principalmente, filmando um monte de coisas. O acesso facilitado a equipamentos contribuiu bastante para que isto acontecesse”, pontua.

Ele também lembra que a participação em festivais é importante para alavancar ainda mais as produções locais, mas que cineastas manauaras não devem focar somente nos eventos.

“Muitos filmes são produzidos mas suas exibições ficam restrita ao circuito de festivais, não há um planejamento na distribuição deles. Eu e vários outros produtores exibimos nossos filmes na televisão ou por meio da internet, para que haja uma expansão do produto final”, finalizou Mendes.

O festival

Primeiro e único festival de filmes brasileiro especializado nos temas aventura, turismo e sustentabilidade atinge público de todas as classes sociais com sua programação, pois trata-se de um público nacional que viaja e consome produtos de moda, conforto e tecnologia.

O festival nasceu em 2004 no prédio da Bienal do Ibirapuera e, em 2007, migrou para a Cidade de Socorro, importante pólo de esportes de aventura a 100 quilômetros da capital. Em 2011, o Fatu acontecerá também em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul.

Em 2013, em busca de expansão internacional, o evento migra para Paraty, no Rio de Janeiro, cidade que sempre teve uma relação íntima com o cinema, com os esportes de aventura e o ecoturismo.

Parte das atividades do festival acontece em uma oficina de vídeo digital, onde as pessoas aprendem gratuitamente a fazer filmes digitais, com aulas práticas e teóricas. Cada equipe participante finalizará um filme para apresentar no último dia do festival. Estes filmes serão assistidos pelo público do Fatu e os jurados premiarão o melhor filme. Além disto, alunos de escolas de todo Brasil participam com produções na categoria Juvenil/Escola. O festival premia, ao todo, 12 categorias.