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Atenção e paciência ao comer pode evitar problemas como intoxicação alimentar

Apressadinhos, lembrem-se: um pouco de atenção e paciência antes e na hora da ceia pode evitar que a festa termine mais cedo que o previsto!

Exposição à temperatura ambiente deve ser mínima

Exposição à temperatura ambiente deve ser mínima (Divulgação)

Não dá para imaginar as festas de fim de ano sem elas. Mas quem está contando os dias e as horas para se esbaldar nas ceias de Natal e de Ano Novo faria bem em conter o entusiasmo e prestar bastante atenção à organização da mesa. Isso porque os cardápios das confraternizações, em especial aqueles com frutas e legumes, podem ter microorganismos capazes de causar de danos à saúde – e, consequentemente, de estragar a festa de quem consumi-los.

A intoxicação alimentar, na verdade, é uma possibilidade que existe em qualquer prato, por assim dizer. Nas ceias de fim de ano, todavia, o perigo pode ser maior, em virtude de descuido no preparo ou na manutenção dos pratos, por exemplo.

“Qualquer refeição sempre deve ser vista como risco. No entanto, em especial a ceia de Natal, por conter pratos que às vezes são preparados com muita antecedência, ou preparações com molhos e feitas com a junção de vários ingredientes”, explica a nutricionista Jovana Benoliel Araújo.

Risco que não se vêA intoxicação resulta do consumo de produtos contaminados. E aqui está o perigo: não dá para perceber essa contaminação a olho nu. “Alguns alimentos, mesmo contaminados, não apresentam mudança de cheiro, textura ou mesmo sabor, por isso é mais dificil de detectá-los e evitar seu consumo”.

As consequências podem ser distúrbios gastrintestinais, como vômitos, diarreias ou mal-estar. E os problemas podem aparecer ainda durante a festa. “Dependendo do tipo de microorganismo envolvido, os sintomas podem iniciar até 30 minutos após a ingestão, ou mesmo dias”, afirma a nutricionista.

O problema pode ser maior no caso de crianças e idosos, que têm imunidade mais frágil. E, no caso das crianças, a porção de alimento ingerido pode ser menor que aquela que causaria problemas a um adulto. Em ambos, afirma Jovana, “os sintomas podem ser agravados, com tempo de recuperação mais prolongado”.

Precauções

Felizmente, alguns cuidados básicos podem evitar problemas como esses. Entre eles, está a higienização correta de produtos mais suscetíveis à contaminação, como frutas e verduras, e o cuidado no preparo e no acondicionamento dos pratos antes de irem para a mesa da ceia.

E as sobras que ficam para o dia seguinte? Atenção redobrada na hora de guardar e servir de novo, recomenda Jovana: “As sobras que são levadas para casa, o famoso R.O., muitas vezes são acondicionadas de forma errada ou mantidas em temperatura inadequada, podendo contaminar e/ou favorecer o desenvolvimento dos microrganismos patogênicos”.