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Lins de Albuquerque juntos para o Natal

Uma das famílias mais tradicionais do Estado abriu as portas para a sua ceia natalina, que contou com a presença de quase 80 membros do clã


Gerações da família Lins de Albuquerque reunidas

Gerações da família Lins de Albuquerque reunidas (Antônio Lima)

Tradição. Esta é a palavra de ordem na casa dos Lins de Albuquerque no que diz respeito à celebração do Natal. Religiosa, a numerosa família não mede esforços na hora de reunir seus integrantes para comemorar a data. Tal empenho merece destaque, afinal, são quase 80 membros que compõem o clã, divididos entre irmãos, esposas, maridos, filhos e netos. “É muita gente (risos)”, brincou Júlia Lins de Albuquerque, ao abrir as portas de sua residência para a equipe de reportagem de A CRÍTICA. Engajada, a anfitriã arquitetou uma super ceia para receber a família, eleita pelo VIDA & ESTILO a representante do símbolo do Natal em 2013.

“Antes de qualquer coisa, o Natal é a comemoração do nascimento de Cristo. É a data maior da humanidade”, comentou Júlia, enquanto fazia os últimos ajustes para a grande festa. “É a época do ano em que há uma confraternização universal”, acrescentou, lembrando que a família reunida tornou-se marca da celebração. Não à toa que, todo ano, parentes de outros cantos do País regressam à capital amazonense para passar o Natal juntos ao restante do clã, como é o caso do deputado federal Átila Lins.

O encontro das diversas linhagens dos Lins de Albuquerque não foi o único ápice da noite. A decoração da ceia também foi algo que chamou a atenção. Tanto os ambientes externos como os internos receberam um carinho especial da anfitriã, que usou o vermelho, cor característica da época, em vários itens da ambientação. A família, sempre lembrada por Júlia, também se fez presente na decoração: os guardanapos das mesas levavam grafada a letra “g”, em homenagem ao marido, George, e às filhas, Georgia, Gabriela e Gisela.

Já no buffet, a anfitriã optou por servir camarão ao catupiry, Bacalhau à Lagareiro, Filé ao Molho Ferrugem e, de sobremesa, um bolo de Natal e tortas geladas de chocolate com morango, Néctar dos Deuses e abacate, além de brigadeiros de diversos sabores. “Na noite de Natal ela (a ceia) muda um pouco, com o peru, panetone, rabanada e outros pratos típicos da data. Excepcionalmente para hoje, fizemos mais um jantar”, explicou.

Cumplicidade

Apenas pelo lado de George na família, são nada menos que nove irmãos, dos quais seis (com ele) compareceram ao jantar: Átila, Belarmino, Wellington, Maria e Terezinha de Jesus. Ademar Lins de Albuquerque, que agora reside em São Paulo, não pôde comparecer à festa devido a problemas de saúde. “Ele (Ademar) vinha, já estava com passagens compradas e tudo”, lamentou Júlia. Além dele, outras ausências sentidas foram a de Conceição Lins e José Lins de Albuquerque, este falecido em 1996. Todos são filhos de Belarmino Gomes de Albuquerque e Naíde Lins de Albuquerque.


A “dificuldade” em reunir toda a família para uma celebração como o Natal só tornou o evento ainda mais especial. “O Natal é um congressamento e confraternização. É uma festa da família, marcada por reencontros”, apontou Átila, que voou de Brasília para o jantar. De acordo com ele, a época é perfeita, ainda, para fazer reflexões e traçar paralelos do ano que passou. “É um momento de muita união da nossa família. Procuramos sempre estar juntos nesta data, independente de tudo”, completou Wellington.

A dupla recebeu o apoio da irmã Maria de Jesus, que também destacou o amor, a união e a felicidade como características da data - e, porque não dizer, do Natal dos Lins de Albuquerque. “A nossa ceia é tradicional. Sempre à meia noite, nós rezamos um Pai Nosso”, frisou ela. “Todos os natais são especiais e insubstituíveis. É uma comemoração belíssima e muito forte. Não é sobre presentes, é sobre Jesus. Ele é motivo pelo qual nos reunimos. É uma forma de amor”, concluiu.