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DJ Eli Iwasa: ‘Nesse mercado, acho que ser mulher é apenas um diferencial’

Expoente da e-music, Eli Iwasa retorna a Manaus para mais uma apresentação no miniclube SUB. Em entrevista exclusiva a A CRÍTICA, ela fala dos novos projetos para 2014

Eli Iwasa #1

Além de fazer bonito nas pickups, Eli volta e meia empresta sua beleza para ensaios fotográficos (Reprodução)

A DJ paulista que já fez inúmeras apresentações no Estado e possui uma legião de fãs amazonenses, Eli Iwasa, falou com exclusividade ao VIDA sobre carreira, vida pessoal e principalmente, o que está preparando para 2014, como a sua estreia como cantora.

Eli, que é colunista da DJ Mag Brasil, revista especializada em música eletrônica, e sócia do Club 88, situado em Campinas (SP), ganhou fama por organizar o projeto “Technova” no histórico Lov.e Club, considerada a balada paulistana que impulsionou grandes expoentes brasileiros da e-music. Além disso, tem forte trajetória internacional com gigs em diversas partes do mundo.

Essa semana, na sexta-feira, dia 20, Eli Iwasa faz sua última apresentação de 2013 no Amazonas, a partir das 23h, no SUB, localizado no subsolo do shopping Madeira Mall, mostrando um set que terá um balanço do que elaborou neste ano. A seguir a entrevista completa:

Como é produzir música, se apresentar em diversas partes do Brasil e ainda ter tempo para administrar o Club 88, em Campinas, do qual você é sócia?
Eu me desdobro para dar conta do recado e muitas vezes minha vida pessoal fica prejudicada com isso. Mas eu não posso reclamar porque trabalho com o que gosto de verdade. Sou uma privilegiada de trabalhar com o que eu amo, que é a música. Com o passar dos anos consegui encontrar o ponto de equilíbrio de todas as coisas. Hoje consigo deixar minha casa organizada, fazer meus trabalhos fora de São Paulo e ainda cuidar do club.

No meio disso tudo ainda tem a Eli Iwasa que sempre está fazendo editoriais de fotografias. Isso demonstra seu lado vaidoso, uma certa vocação para modelo. O que você fala sobre isso?
Não sou tão vaidosa assim. Sou bem básica no meu dia a dia e gosto de roupa confortável porque estou sempre em movimento. Também nunca tive a intenção de ser modelo. Mas sempre faço muitos ensaios fotográficos sim e aproveito para renovar meu material de divulgação. Esses ensaios são convites de amigos meus que são fotógrafos. São ensaios autorais.

Como é ser DJ mulher no Brasil? Qual o principal desafio?
Eu não gosto muito dessas separações. Sei que, nós mulheres, ainda somos minoria, pois ainda há uma predominância de homens. Mas vejo que a cada ano tem um grande número de mulheres entrando no mercado. Acho apenas que é um diferencial ser mulher em um mercado tão competitivo. Isso gera uma curiosidade nas pessoas. Mas qualquer mulher para se ter uma carreira consistente, longa e respeitada na cena eletrônica, precisa ser boa DJ e ter muita técnica. Tem que se empenhar para poder divertir, entreter e proporcionar bons momentos em uma pista de dança. Ser mulher é um diferencial só por uma questão estatística e espero sinceramente que em algum tempo não tenha mais essas diferenciações entre mulheres e homens.

O que você tem tocado de novo?
Esse ano passei bastante tempo em estúdio me preparando para meu novo trabalho e fazendo aulas de canto.

Como assim, aulas de canto? A Eli Iwasa 2014 será cantora?
(Risos). Fiz aulas de canto porque vou lançar um novo projeto que é uma banda eletrônica que se chamará “Bleepng Saut”. Vou fazer em parceria com a dupla “Click Box”, que é formada pelos DJs e produtores de São Paulo Marco AS e Pedro Turra, e também com um guitarrista. Eu já queria explorar novos sons e eles me convidaram para fazer o vocal da banda. Então, nos dois primeiros meses de 2014, vamos nos internar no estúdio para compor, gravar e finalizar esse material. A ideia é lançar um EP em vinil pelo selo francês Meant no primeiro trimestre do próximo ano. Eu sou muito inquieta e gosto de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Acabo fazendo tudo o que me empolga. E isso me empolga muito. Será um trabalho bem diferente com referências do rock dos anos 80, misturado com um som sombrio, bem inusitado do que estou acostumada a tocar.

Você sempre gostou de cantar?
Sempre trabalhei com música e sempre gostei de inserir muitos vocais nas minhas apresentações como DJ. Mas nunca fiz intervenções ao vivo. Agora vamos começar com essa banda fazendo um som bem diferenciado.

O que seus fãs amazonenses podem esperar da apresentação no SUB?
Amo Manaus. É uma das minhas cidades favoritas para tocar, onde sinto muita energia e sempre sou muito bem recebida desde a primeira vez que me apresentei ai. Então, só posso dar o meu melhor e apresentar um som especial com os meus melhores trabalhos de 2013.

Serviço

O quê: Apresentação da DJ paulista Eli Iwasa
Quando:
Sexta-feira, dia 20
Onde:
Miniclube SUB, localizado no subsolo do shopping Madeira Mall, no Vieiralves