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‘Falha de comunicação gerou problemática com Kaçauerés’, diz presidente do Garantido

Em coletiva, Telo Pinto falou sobre as acusações de favorecimento no Festival de Parintins e esclareceu outros problemas relacionados ao boi vermelho-e-branco, como o pagamento dos ‘Kaçauerés’, como são conhecidos os homens que empurram as alegorias

Telo Pinto explicou que o problema com o pagamento dos Kaçauerés foi por causa do bloqueio dos recursos do boi pelo MPT

Telo Pinto explicou que o problema com o pagamento dos Kaçauerés foi por causa do bloqueio dos recursos do boi pelo MPT (Evandro Seixas/Arquivo AC)

Em entrevista coletiva no Amazon River, na tarde da última quarta-feira (2) em Parintins, o Presidente do Boi Garantido, Telo Pinto, falou sobre os assuntos que circundaram nos dias após o festival.

“Não adianta chorar o leite derramado. Acusar todo mundo acusa. Quero ver provar que o Garantido roubou. O Garantido mostrou até na terceira noite sua superioridade na arena”. Sobre o presidente do boi contrário, ele afirma, “Estivemos o tempo todo juntos. Tentei ajudá-lo, até porque somos amigos. Mas a equipe do Caprichoso é inexperiente. Não entendia nada sobre o regulamento e agora querem culpar os jurados? É melhor admitir as falhas do que jogar a responsabilidade para outros. Se o time deles não soube interpretar o regulamento para posteriormente alertar ao presidente, a culpa não é nossa. Chegamos a ir juntos à Prefeitura de Manaus pedir patrocínio de fogos. Inclusive ele já tinha até outra empresa para fazer os fogos do contrário”.

Telo também citou o fato de um dos membros da comissão contrária ter invadido a “Casa dos Jurados” exigindo que o regulamento do festival fosse cumprido. “Quando esse fiscal invadiu a casa, os jurados estavam formalizando a comissão. Isso foi constrangedor. Mas ao final, o regulamento foi cumprido, como havia pedido o fiscal”, comentou Telo.

Sobre o pagamento dos Kaçauerés (como são chamados, pelas agremiações, os homens que empurram os carros alegóricos no Bumbódromo. Um dia depois do Festival, eles ameaçaram queimar as alegorias por atraso nos salários), o tumulto foi causado por uma falha de comunicação, “Quiseram arrombar minha casa. O pagamento sempre ocorre uma semana depois do festival”.

Presidente Telo Pinto também anunciou na coletiva de imprensa que o Ministério Público do Trabalho deve desbloquear os recursos do Garantido na segunda-feira e na terça-feira às 16h, haverá o pagamento dos Kaçauerés. Telo também desmentiu a informação de que o Garantido ficou devendo algum trabalhador que empurrou alegoria no festival de 2013. 

O Presidente comentou ainda sobre o orçamento do boi em 2014, “Até o final do ano ainda vamos receber algumas cotas de patrocínios da VIVO, Correios, Eletrobrás, entre outras”, também informando que o projeto de arena custou entre R$ 6 milhões e R$ 7 milhões e que o montante total chegaria a R$ 9,5 milhões.

*Com informações da assessoria de comunicação do Boi Garantido.