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Feira de artesanato continua até este domingo (13) na Fan Fest

Uma das atrações do complexo de diversões montado para a Copa, feira tem chamado a atenção do público local e dos turistas, com um espaço para mostrar a arte típica da região amazônica

Nas barracas, estão disponíveis peças utilitárias, instrumentos de sopro, esculturas de madeira, panos bordados, cestos, bijuterias, camisas caracterizadas e artefatos em geral

Nas barracas, estão disponíveis peças utilitárias, instrumentos de sopro, esculturas de madeira, panos bordados, cestos, bijuterias, camisas caracterizadas e artefatos em geral (Divulgação/Semtrad)

O público que vai ao Complexo Turístico Ponta Negra conferir a FIFA Fan Fest possui, entre as diversas opções de entretenimento do evento, uma feira de artesanato organizada pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho e Desenvolvimento Social (Semtrad). Desde o início da transmissão dos jogos da Copa do Mundo no complexo, a feira tem chamado a atenção dos turistas, principalmente os estrangeiros.

Mais de 50 artesãos já mostraram seus trabalhos no espaço, divididos em 23 barracas. Nelas, estão disponíveis peças utilitárias, instrumentos de sopro, esculturas de madeira, panos bordados, cestos, bijuterias, camisas caracterizadas e artefatos em geral. Além disso, representantes de cinco etnias do Amazonas, dentre elas: dessanas, kokamas e sateré-mawé estarão até o final da Copa, 13 de julho, expondo seus produtos no complexo.

Representante dos índios ticuna, Maria Valda, 58, colocou à venda produtos com penas tingidas, sementes e raízes. Para ela, os produtos confeccionados representam, acima de tudo, a essência de um povo, o modo de vida, pensamento, cultura e costumes.

A empresária Silvia Lima, 50, é do Paraná, e está aproveitando a visita a Manaus para conhecer a cultura da região. Ela se mostrou encantada com a Feira de Artesanato da Semtrad. “Os diversos tipos de artefatos, produzidos manualmente pelos índios, podem ser utilizados no dia a dia, mas também possuem significado socioambiental, estético e até cerimonial”, destacou.

Para o artesão Wanderli Mendonça, além da satisfação por estar comercializando seus produtos para pessoas de todo o mundo que já passaram e ainda estão visitando Manaus, mesmo após os quatro jogos da Copa que a cidade recebeu, a venda dos produtos é também a garantia do décimo terceiro salário garantido.

O diretor de Economia Solidária da Semtrad, Virgílio Melo, está contente com os resultados do evento. “Dada à qualidade dos produtos oferecidos, o artesanato se firma como a ‘cereja do bolo’ de qualquer cidade que queira fortalecer o seu potencial cultural e turístico. É por isso que já estamos construindo o projeto de implantação de um espaço permanente para eles (os artesãos) na própria Ponta Negra”, disse.