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Goleada de cliques: fotógrafos amazonenses elegem as melhores imagens da Copa em Manaus

A pedido do BEM VIVER, um time de profissionais das lentes mostra como o Mundial mexeu com os amazonenses

Criatividade do torcedor na hora de ir ao estádio chamou a atenção do fotógrafo Márcio Silva

Criatividade do torcedor na hora de ir ao estádio chamou a atenção do fotógrafo Márcio Silva (Divulgação)

Por si só, Manaus já serve de cenário para belíssimos retratos. Durante a Copa do Mundo da Fifa, competição da qual a capital amazonense foi uma das 12 cidades-sede, ela foi bombardeada por turistas, eventos especiais e, claro, muito futebol. Estes ingredientes, misturados à população e aos monumentos manauaras, instigaram ainda mais fotógrafos do mundo todo, em Manaus para acompanhar o Mundial, a registrar cada momento da festa que se tornou a disputa esportiva.

Com isso em mente, a equipe do BEM VIVER colocou em campo alguns dos principais nomes do segmento no Estado, que acompanharam, através de suas lentes, todos os lances da “Copa das Copas” – título que o Mundial no Brasil recebeu. Gisele Alfaia, Michael Dantas, Raphael Alves e os fotógrafos do jornal A CRÍTICA Márcio Silva e Euzivaldo Queiroz mostram para o público as imagens mais marcantes capturadas na cidade-sede com o melhor desempenho durante a competição.


Michael Dantas

Para Michael Dantas, a Copa do Mundo 2014 foi especial por inúmeras razões. Além de ter sido o primeiro Mundial em que trabalhou, ele teve o prazer de cobri-lo em Manaus. “Fiz essa foto no primeiro jogo da competição na Arena da Amazônia. Tudo era novidade para mim”, confessou o fotógrafo, referindo-se à imagem que escolheu. “Esperava rivalidade entre as torcidas e, quando vi essa torcedora italiana beijando um inglês, achei muito interessante. Fiz alguns cliques dessa cena”.


Raphael Alves

Durante a abertura da Copa do Mundo, no dia 12 de junho, Raphael Alves estava na aldeia I’apyrehyt, na Zona Centro-Oeste de Manaus. Lá, fez foto de sateré-mawé tocando o “ruru”, um instrumento musical típico da tribo. “Gosto dessa imagem porque os índios já estavam aqui muito antes dos europeus chegarem”, destaca o fotógrafo. “Eles sofreram muito e ainda sofrem no Brasil. Apesar disso, sentem-se brasileiros. Acho que a foto tem um significado especial para mim por isso e, principalmente, pela forma como fui recebido ao fazê-la”.


Gisele Alfaia

Uma das fotógrafas escolhidas para participar da mostra “Footdreams” (aberta até o dia 9 de agosto na Galeria de Artes Helena Gomes da Silva, Icbeu), Gisele teve apenas 24h para fazer as fotos que seriam exibidas na exposição. “Em tudo, foi muito especial para mim. É a minha primeira coletiva com fotógrafos em Manaus e me senti desafiada por não ter no meu arquivo algo relacionado ao tema”, conta a profissional. A imagem acima, em específico, chamou a atenção de Gisele por conta do gestual do garoto à bola. “Ele está quase que de joelhos diante dela, como expressão máxima desta paixão nacional”.


Euzivaldo Queiroz

A Copa no Brasil deixou claro que a rivalidade entre as seleções se limitava ao campo. Nas arquibancadas, torcedores de diversas partes do mundo vibravam a todo momento em que a bola rolava na disputa, como se fossem do mesmo país. Este sentimento, de união e confraternização, atraiu as lentes de Euzivaldo. “Nada mais importava. Valia apenas o momento histórico de ver suas seleções jogarem uma Copa do Mundo”.


Márcio Silva

Neste Mundial, o público usou e abusou da criatividade na hora de torcer por suas seleções. No entanto, nenhum torcedor chamou tanto a atenção de Márcio Silva como este abaixo. Ao todo, foram três encontros entre o fotógrafo e o amante do futebol. “Em todos, ele estava caracterizado diferente”, lembra o profissional. Nas partidas entre Portugal x Estados Unidos e Suíça x Honduras, na Arena da Amazônia, por exemplo, ele pintou metade do rosto com a bandeira de cada país.