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Alvorada da Fé abre temporada folclórica do novo centenário do boi-bumbá Garantido

A Alvorada encerra na igreja matriz de Nossa Senhora do Carmo para pedir as bênçãos para mais o Festival Folclórico de Parintins

A Alvorada encerra na igreja matriz de Nossa Senhora do Carmo para pedir as bênçãos para mais o Festival Folclórico de Parintins

A Alvorada encerra na igreja matriz de Nossa Senhora do Carmo para pedir as bênçãos para mais o Festival Folclórico de Parintins (Paulo Sicsu/Divulgação)

O boi Garantido abre a temporada folclórica do segundo centenário do bumbá com uma multidão de mais de 25 mil torcedores vermelhos e brancos que foram brincar o autêntico “boi de rua” como nos tempos do mestre Lindolfo Monteverde, na tradicional Alvorada do povo da Baixa de São José, na noite de 30 de abril e madrugada de 1º de maio. “Encerramos cem anos de história no ano passado e agora temos o privilégio de abrir o início do novo centenário de muitas vitórias”, enfatizou o diretor jurídico do Garantido Fábio Cardoso.  

A maior manifestação folclórica popular de Parintins teve como ponto alto a chegada na praça da igreja matriz de Nossa Senhora do Carmo, padroeira do povo parintinense. “Das muitas heranças culturais produzidas e deixadas pelo pescador e prosador Lindolfo Monteverde está a tradicional Alvorada que encerra na igreja matriz para pedir as bênçãos à Nossa Senhora do Carmo e homenagear São José Operário”, explica o coordenador da Comissão de Artes Fred Góes.

Para o presidente Telo Pinto a participação maciça dos torcedores do “Brinquedo de São João” é que faz o diferencial no Festival Folclórico de Parintins, sempre com muita demonstração de força, de garra, amor e fé que move a nação Garantido. “Essa energia da galera é o combustível em cada novo evento e isso nos leva a sempre fazer cada vez mais para levar o garrote Garantido para a conquista de mais um título”, ressaltou Telo.

O neto do versador Lindolfo, Dé Monteverde, quando seu avô realizou a primeira festa da Alvorada foi com a intenção de unir todas as camadas sociais de Parintins, indistintamente sem diferença de raça, cor ou status profissionais. “No meio do povo está presente o pescador, o tricicleiro, o estivador, mas também se une o advogado, o médico, o juiz de direito, o policial. Por isso é chamado o boi do povão”, argumenta Dé Monteverde.

Passeata 

Durante todo o percurso pelas ruas da cidade, mesmo com a forte chuva que caiu na madrugada, o povão não parava um só momento recordando a época onde a alvorada era iluminada pelos “clarões das lamparinas”. Em cima do trio elétrico o levantador de toadas Sebastião Júnior, o apresentador Israel Paulain e o amo Tony Medeiros entoaram as toadas que embalaram a história campeã do boi do centenário.

No chão e no meio do povo os itens individuais brincaram e interagiram com a galera encarnada. “É sempre muita emoção esse momento de se fazer presente com a galera e principalmente poder ver o amanhecer com as bênçãos de Nossa Senhora do Carmo”, disse a cunhã-poranga Tatiane Barros.

O personagem maior do folclore parintinense, o boi Garantido, ao embalo do ritmo cadenciado da batucada nota 10, gingava, rodopiava e bailava como antigamente, sempre cercado pelo povo, vaqueirada, torcida oficial Comando Garantido, companhia de dança Garantido Show e a galera inigualável do Festival Folclórico de Parintins. A mobilização nas ruas encerrou às 6h, com o raiar do dia primeira de maio.

*Com informações de assessoria de comunicação.