O filme mais dispendioso em produção no Brasil, “Amazônia Verde” é uma produção da Gullane Entretenimento, de São Paulo, e está em sua última fase de gravação na Amazônia. Após três anos de filmagens (de avião, helicóptero e até balão, tudo em 3D), o longa deve ser concluído no próximo dia 10. A coprodução com a França tem previsão de estrear no fim de 2013 ou no início de 2014.
Os produtores Fabiano e Caio Gullane têm no currículo sucessos cinematográficos como “O ano em que meus pais saíram de férias”, de Cao Hamburger; “Bicho de sete cabeças”, de Laís Bodanzky; e “Até que a sorte nos separe”, de Roberto Santucci.
Cinema digital
Enquanto o cinema se bate para custear sua nova realidade econômica, o poder público olha para a outra ponta, a exibição de filmes. Amanhã, às 15h, o Ministério da Cultura, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançam no Rio uma linha de crédito voltada para a digitalização de salas de cinema.
O lançamento será feito pela própria ministra da Cultura, Marta Suplicy, pelo diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, além de representantes do mercado.
Segundo nota divulgada pela Ancine, “a digitalização da projeção cinematográfica é um fator fundamental para uma política de inclusão no mercado audiovisual, que promova a diversidade de conteúdos, reduza os desequilíbrios na distribuição e contribua para uma expansão sustentável do parque exibidor”.