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Doença crônica renal afeta funcionamento do corpo

Marcado para a próxima quinta-feira, 13, o Dia Mundial do Rim será lembrado por meio de diversas ações ao redor do mundo com foco na prevenção, incluindo Manaus

Dia Mundial do Rim será lembrado por meio de diversas ações ao redor do mundo com foco na prevenção

Dia Mundial do Rim será lembrado por meio de diversas ações ao redor do mundo com foco na prevenção (Reprodução/Internet)

Responsáveis pela perda progressiva e irreversível da função dos rins, a doença renal crônica costuma surgir de forma silenciosa, e quando apresenta os sintomas, já pode estar em estado avançado, quando os tratamentos possíveis são a diálise ou um transplante. Marcado para a próxima quinta-feira, 13, o Dia Mundial do Rim será lembrado por meio de diversas ações ao redor do mundo com foco na prevenção, incluindo Manaus (confira agenda ao lado).

Vale lembrar que um em cada 10 brasileiros apresentam problemas nos rins e a cada grupo de 1 milhão de pessoas, 400 já estão em tratamento de diálise, número que aumenta 8% ao ano. Apesar disso, se o diagnóstico for feito na fase inicial da doença, ela pode ser controlada e tratada. Na entrevista abaixo, o nefrologista Peter Fitzpatrick, diretor médico dos Serviços de Diálises da Clínica Mayo, de Jacksonville, na Flórida, dá mais detalhes sobre a doença renal, seus fatores de risco e tratamentos.

Como a doença renal afeta o organismo?

Essa doença, especialmente quando há uma liberação de proteínas na urina, aumenta os riscos de desenvolvimento de cardiopatia coronariana. A doença renal também aumenta os riscos de morte e de complicações cardiovasculares durante uma cirurgia. Além disso, é muito comum que pessoas com doença renal tenham anemia, que traz consigo outros sintomas, como fadiga e dificuldades respiratórias. Pessoas com problemas nos rins também podem experimentar falta de apetite, náuseas, subnutrição, perda de massa muscular, problemas de fertilidade e desempenho sexual. Doenças nos ossos e fraturas são outras consequências, já que os rins exercem papel importante no metabolismo da vitamina D e na regulação dos níveis de fósforo e cálcio.

Existem outros fatores de risco?

Além da hipertensão, o fator de risco mais comum para o desenvolvimento de insuficiência renal é o diabetes. Frequentemente, o diabetes e a hipertensão ocorrem juntos, aumentando muito o risco de desenvolver insuficiência renal. Outros fatores de risco incluem distúrbios no sistema autoimune, tais como lúpus, uso prolongado de AINEs (anti-inflamatórios não esteroides), histórico familiar de doença renal e baixo peso ao nascimento.

Quais os testes disponíveis para detectar a doença renal? Quem deve fazer esses exames e com qual frequência?

Exames padrão de laboratório são usados para detectar doenças renais. Eles incluem avaliação do nível de creatinina para a função dos rins. Outros exames são a urinálise (exame físico, químico ou microscópico da urina) e o da relação albumina/creatinina, para buscar marcadores de lesão dos rins, especificamente proteínas e células sanguíneas na urina. Pessoas com boa saúde, em geral, devem fazer exames de detecção a cada um ou dois anos, como parte de seus exames médicos de rotina. Já as pessoas em risco de desenvolver doença renal, como os diabéticos ou hipertensos, devem fazer esses testes pelo menos uma vez por ano.

O que é diálise e qual é sua finalidade?

A diálise é uma terapia médica para tratar pessoas com insuficiência renal. A diálise realiza algumas das funções dos rins normais, predominantemente a eliminação de substâncias tóxicas do sangue e o excesso de líquidos no corpo.

São eficazes?

Os dois tipos de diálise, a hemodiálise e a peritonial, são tratamentos muito eficazes para insuficiência renal. Pacientes que, sem o tratamento, poderiam morrer de insuficiência renal podem continuar vivendo suas vidas de forma produtiva com a terapia da diálise. É preciso deixar claro que a diálise não cura a doença do rim. É apenas uma substituta para a função normal dos rins.

Há efeitos colaterais nesse tratamento?

Os efeitos colaterais mais comuns são relacionados a problemas com a remoção dos fluidos. Alguns pacientes podem experimentar quedas de pressão arterial ao fazer uma diálise, por exemplo. Outros pacientes reclamam que se sentem abatidos, fatigados ou excessivamente cansados depois do tratamento.

TESTE

Se você responder sim a uma dessas questões, pergunte a seu médico se seus rins estão ok

1 – Você tem pressão alta?

2 – Você tem diabetes?

3 – Você está acima do peso?

4 - Você tem mais de 50 anos?

5 – Tem doença dos rins na família?

6 – Você costuma tomar remédios sem orientação médica?

7 – Bebe menos de 1,5 litros de água por dia?

8 – Você fuma?

 

Agenda

12 de março

Prevenção do rim

Fundação de Medicina Tropical, às 10h

13 de março

Prevenção do rim,

Fundação Cecom, às 10h

Hospital e Pronto Socorro Platão Araújo, às 15h

14 de março

Passeata com distribuição de panfletos

Rua Maceió, às 16h