Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Exposição ‘Linhas do Tempo’ ganha espaço em São Paulo

Artista amazonense transcende limites territoriais e emplaca aclamada obra em espaço cultural de São Paulo

A artista plástica levará 21 quadros e duas esculturas para São Paulo

A artista plástica levará 21 quadros e duas esculturas para São Paulo (Divulgação/Anna Lôyde Abreu)

Após ser aclamada com a exposição “Linhas do Tempo”, a artista plástica Hadna Abreu a leva a outros horizontes: a mostra embarcará para São Paulo, onde ficará em cartaz na Casa do Viajante, espaço cultural localizado na Rua Madalena, 345, bairro Vila Madalena, no período de 13 a 16 de junho, das 11h às 20h (horário de São Paulo). A exposição é intermediada pelo projeto Galeria Soul Brasil.

Ao todo, Hadna levará 21 quadros e duas esculturas pequenas, e conta como foi o convite para expor no local. “Há uns dois anos, eu trabalhava na Galeria de Artes Miss Helena (ICBEU Manaus), e eu tive um contato com a Adriana Dias, que é curadora da Casa do Viajante. Na época, não tinha muita prática com artes plásticas, mas aí expus ‘Linha do Tempo’ ano passado, e ela viu e se interessou”, assinala Hadna, atualmente com 25 anos de idade.

Apesar de ser a mesma exposição, Hadna garante que em São Paulo alguns quesitos serão diferentes, justamente por prezar pela novidade em cada mostra e por considerar, nas suas obras, aspectos relevantes de cada ambiente em que ela expõe. O traço artístico da artista plástica está ancorado no impressionismo e em desenhos e filmes franceses.

“Não serão as mesmas pinturas do mesmo jeito que fiz ano passado, o que acho cansativo. Das pinturas na parede, vou fazer lá o personagem principal (o aviador), mas lá ele será um aviador diferente. Ele tem algumas coisas da profissão, como o capacete e o óculos. Além da obra que tem a minha avó na rede (vovó Lúcia), em que ela está no quintal, e outra em que ela está sentada na rede e se embalando”, ressalta Abreu.

Lembranças pessoais

Sobre as pinturas em paredes, Hadna destaca o que mais a reaviva na técnica. “A pintura na parede é muito bacana, porque acabo entrando na história. Os desenhos são grandes e isso acaba me dando uma expressão artística bem maior do que os outros quadros, onde me entrego por inteiro e relembro de locais por onde passei, além das pessoas que conheci”, revela, nostálgica.

Ainda segundo Abreu, que está em sua segunda exposição nacional – a primeira aconteceu em uma bienal de jovens criativos na Bahia - sua maior expectativa está em cima da troca de experiência e de estabelecer vínculos com a arte e os artistas paulistas. “Na vez que fui para SP, notei que as pessoas têm o costume de consumir arte, há muitos artistas lá com linhas diversas de trabalho. A minha exposição é uma coisa ‘de dentro de mim’. Estou bem consciente e segura do que as pessoas irão assimilar da mostra lá, porque de certa forma, tudo o que conta é a experiência”.