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Projeto de Arena ganha forma em Galpões do Caprichoso

Diretoria deu todas as condições de trabalhos aos artistas e demais itens para desenvolver projeto de arena

Projeto de Arena ganha forma em Galpões do Caprichoso

Projeto de Arena ganha forma em Galpões do Caprichoso (Divulgação)

Faltando menos de um mês para o Festival Folclórico de Parintins, o Boi Caprichoso demonstra preparo para a disputa 2014. Nos galpões, transformados em verdadeiras fábricas dos sonhos, o projeto “Boi de Arena” do Touro Negro ganha a cada dia cor e forma, dando vida e sentido ao tema “Amazônia Tawápayêra” concebido pelo Conselho de Artes. Os operários caboclos estão a todo vapor dentro do Galpão das Artes “Mestre Jair Mendes” desde o dia 31 de março, com todas as condições de trabalho e segurança.

Os trabalhos iniciaram ainda em janeiro, com a produção do show de gravação do CD e DVD. Com repertório de 30 toadas inéditas, o produto audiovisual é líder de vendas nas lojas especializadas tanto em Parintins, quanto em Manaus. A diretoria investiu pesado na profissionalização da mão-de-obra e fez a reestruturação dos galpões, a partir da contratação da empresa Assessoria de Medicina Ocupacional (AMO), para cumprir o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Trabalhos de arena


Iniciado ainda em março, os trabalhos de galpão foram intensificados e atualmente mais de 300 artistas executam atividades para fazer um espetáculo grandioso nas três noites de festival. Toda base estrutural de alegorias está praticamente finalizada. Na próxima semana, as alegorias entram na fase de revestimento, acabamento e pintura. “Trabalhamos com metas e, de acordo com o cronograma, devemos finalizar tudo na semana que antecede o festival”, prevê o diretor administrativo, Elias Michiles.

Os materiais adquiridos com fornecedores no Rio de Janeiro e na região amazônica já estão nas mãos dos artistas plásticos para construção do projeto de arena. Nos diversos QGs, vários artistas se dedicam as confecções de indumentárias de tribos, vaqueiradas, tuxauas, Marujada de Guerra, figurinos de cênicas, adereços e de demais brincantes envolvidos em outros segmentos do Boi Caprichoso. “É dedicação total. Todos estão envolvidos para que o Caprichoso seja vitorioso”, avalia Rossy Amoêdo.

Preparação e administração

Além da confecção estrutural do boi de arena, ensaios técnicos da Marujada de Guerra, tribos, vaqueirada, tuxauas, bailado corrido, lamparineiros, torcidas organizadas Raça Azul e FAB, Departamento de Cênica Caprichoso (DCC), tribos indígenas, Corpo de Dança Caprichoso (CDC), Troup Caprichoso, Escolinha “Irmão Miguel de Pascale”, Liceu de Artes “Cláudio Santoro” acontecem diariamente com o propósito de aprimorar o espetáculo azul. Somente nas dramatizações de arena, o DCC levará para a arena 920 componentes.

Há sete meses a frente da diretoria do Caprichoso, o presidente, Joilto Azêdo, tem buscado parcerias para fortalecer a Associação Folclórica, com orçamento estimado em R$ 10 milhões no projeto boi de arena e investimento de aproximadamente de R$ 500 mil na produção do CD/DVD “Amazônia Táwapayêra”, gravado pela TV A Crítica no dia 15 de fevereiro no Curral Zeca Xibelão.

Outro avanço no azul é relacionado à reforma total do escritório e Galpão Central. “Estamos buscando parcerias que fortaleçam o boi. Mesmo com dificuldades, o Caprichoso esta forte e grandioso, por isso tem entrada com grandes empresas que querem participar do Festival”, acrescentou o presidente.

*Com informações de assessoria.