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Saúde fragilizada: prematuros são alvo de vírus perigoso

Nas crianças nascidas “a termo”, seus efeitos são de um resfriado forte, mas em prematuros pode levar a hospitalizações frequentes, bronquiolites e, nos casos mais graves, pode ser fatal

Prematuros são alvo de vírus perigoso

Prematuros são alvo de vírus perigoso (Reprodução/Internet)

Um mal muito perigoso contra a saúde dos já frágeis bebês prematuros começa a circular agora pela Região Norte do País. O vírus sincicial respiratório (VSR) é a principal causa de problemas respiratórios em bebês. Nas crianças nascidas “a termo”, seus efeitos são de um resfriado forte, mas em prematuros pode levar a hospitalizações frequentes, bronquiolites e, nos casos mais graves, pode ser fatal.

Segundo o doutor Renato Kfouri, presidente da Associação Brasileira de Imunização, trata-se de uma doença que afeta além dos prematuros, os bebês com doenças de coração e pulmão. Em entrevista ao caderno VIDA&ESTILO, ele alerta para a estação de circulação do vírus em nossa Região com o aumento das chuvas, o que facilita sua transmissão.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o Brasil está entre os 10 países com maior número de bebês prematuros, que já representam quase 12 % de todos os nascimentos – números que colocam o Brasil no mesmo patamar de países de baixa renda. Em países de renda média, os bebês prematuros representam cerca de 9 % dos nascimentos.

A prematuridade é a causa principal de mortalidade infantil durante o primeiro mês de vida, de acordo com dados do Ministério da Saúde (2011). Cerca de 70% dessas mortes ocorrem nos primeiros 28 dias após o nascimento. E uma das principais causas de hospitalização recorrente e morte entre bebês prematuros é justamente a infecção causada pelo vírus VSR, um vírus sazonal. No Brasil, está presente durante todo o ano. Na região Norte, pode circular a partir de dezembro; nas regiões sul e sudeste, seu pico é entre abril e setembro.

As medidas preventivas contra o VSR incluem lavar as mãos frequentemente e sempre antes de tocar o bebê (o vírus permanece nas mãos por mais de uma hora); evitar aglomerações; lavar sempre os objetos do bebê; evitar o contato deles com crianças mais velhas e adultos com sinais de resfriados e com fumantes.

O VSR é também responsável por constantes hospitalizações e é a principal causa de internação entre bebês abaixo dos dois anos de idade. Uma das sequelas mais comum é um chiado no peito recorrente, que pode perdurar até os 13 anos de idade.