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A gestante pode fazer a mamografia?

Em casos de suspeita de câncer de mama, o mais indicado é o ultrassom. Entenda também porque a amamentação ajuda na prevenção da doença

Apenas contabilizar número de mamografias não basta, segundo debatedores

Neste período, a mamografia deve ser evitada em mulheres que não apresentam qualquer sintoma nas mamas (Luiz Vasconcelos - 3/ dez/ 2011)

A gravidez é um momento único para a mulher. É quando ela vivencia o sonho da maternidade, encanta-se ao ver a barriga crescendo dia-a-dia, e nutre, cada vez mais, o amor pelo bebê que está gerando. É nesta fase também, que precisa ter alguns cuidados e realizar uma série de exames, a fim de manter a sua saúde e a do bebê em dia.

Dentre os principais exames a serem realizados estão as ultrassonografias, diabetes gestacional, cultura de secreção vaginal, entre outros. Cada um com suas especificidades, para que tudo ocorra bem durante a gravidez. Mas, e a mamografia? Será que a grávida também pode fazer?

Neste período, a mamografia deve ser evitada em mulheres que não apresentam qualquer sintoma nas mamas. No entanto, em casos de suspeita do surgimento da doença na gestação, o exame indicado é o ultrassom, que não expõe a criança a radiações que possam prejudicar a formação de suas células. “A menos que haja uma suspeita real do câncer, a mamografia não deve ser realizada. Se for necessária, os radiologistas protegem o abdome da mulher com um avental de chumbo, já que, o bebê está em formação e com muitas células em desenvolvimento”, explica a ginecologista especialista em Reprodução Humana da Criogênesis, Mariana Garcia Martins.

Ainda de acordo com a médica, durante a gravidez, o câncer de mama não é tão frequente, mas pode acontecer. “Após a descoberta do nódulo, ainda é necessário verificar se a lesão é benigna, o que acontece na maioria dos casos”, acrescenta.

A amamentação ajuda a prevenir o câncer de mama

Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a cada ano, a amamentação completa diminui de 3 a 4% o risco de a mulher desenvolver o câncer de mama. Mulheres que amamentam por mais de seis meses têm menos chances de desenvolver a doença devido a substituição de tecido glandular por gordura nas mamas. “Isso mostra que, não apenas os bebês se beneficiam da amamentação, mas as mães também. Por isso, é fundamental sempre orientar as gestantes e mães de bebês recém-nascidos que o aleitamento materno, além de fonte de saúde, ajuda na prevenção do câncer de mama”, destaca a Dra. Mariana.

De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de mama é o segundo mais comum no mundo e o mais frequente entre as mulheres, com uma estimativa de mais 1,15 milhão de novos casos a cada ano, e responsável por mais de 400 mil mortes a cada ano.