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Em Manaus, grupo K-T Drau Funk leva fusão musical ao Jack N’ Blues e Largo São Sebastião

Banda se apresenta na ‘Terça Jack Jazz’ nesta terça (19), às 22h, e no projeto Tacacá na Bossa nesta quarta (20), às 19h. Repertório inclui releituras de obras de Ennio Morricone, James Brown, entre outros

Grupo busca inovar em suas releituras musicais

Grupo busca inovar em suas releituras musicais (Reprodução)

A K-T Drau Funk, formada por Marcelo Martins no trompete, Jose Luis Guede na trompa, Lessandro Rodrigues de Alencar na guitarra, Octavio Arese no contrabaixo 5 cordas, Jorge Uribe no contrabaixo 4 cordas e Leonardo Pimentel na bateria, leva a sua fusão das músicas de compositores sinfônicos com o jazz-funk-fuzion para o palco do Jack N’ Blues e do projeto Tacacá na Bossa, respectivamente nesta terça-feira (19) e quarta-feira (20).

Composta em sua maioria por integrantes da Orquestra Amazonas Filarmônica, o grupo apresenta no Jack N’ Blues, na noite temática “Terça Jack Jazz”, às 22h, releituras de obras dos compositores Ennio Morricone, Richard Wagner, Herbie Hancock, James Brown, entre outros.

Set list

Nesta quarta-feira, às 19h, no Largo de São Sebastião, no projeto Tacacá na Bossa, o repertório não sofrerá tantas modificações, embora tenha releituras de trilhas sonoras de filmes clássicos, como “Era uma vez no Oeste” (1968), “2001 – Uma odisséia no espaço” (1968) e “Apocalypse Now” (1979). Ainda para a noite, a banda contará com a participação de Mark Wiebe na trompa e Nelson Alves no oboé.

“A maioria dos músicos trabalha na Amazonas Filarmônica, então a gente se conheceu ali. Somos parecidos no jeito de ser, o que muda um pouco é a língua”, garantiu Octavio Arese, que uniu os seus conhecimentos musicais (em rock e blues) aos de seus amigos de banda.

Para ele, o Tacacá na Bossa é um excelente projeto de difusão da música feita no Estado do Amazonas. “Acho muito legal, é música ao vivo na praça ao lado do Teatro Amazonas. São variadas as atrações, todos os estilos participam. O Joaquim Melo (idealizador do projeto) é muito bacana e bem organizado”, disse o argentino, que já participou do projeto no ano passado.

O Tacacá na Bossa surgiu no ano de 2005, após a revitalização do Largo de São Sebastião. “A Secretaria de Estado da Cultura fazia uma programação cultural bem extensa, mas, a partir de 2005, a quarta-feira passou a ficar livre. Daí, eu convidei um amigo para tocar e pedi autorização para a secretaria. O Paulinho Bossa Nova, que já faleceu, foi a primeira atração, por isso que colocamos o nome Tacacá na Bossa”, contou Melo, em matéria publicada anteriormente em A CRÍTICA.

O projeto musical é realizado pelo Tacacá da Gisela, com apoio da SEC.