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Tecnologia: Conheça a escola de Programação e Robótica voltada a crianças e adolescentes

As crianças que trocaram bonecas, carrinhos, e atividades esportivas por smartphones, computadores, etc, estão prestes a ganhar a escola SuperGeeks

Alunos desenvolverão jogos educativos, que poderão ser doados a escolas públicas

Alunos desenvolverão jogos educativos, que poderão ser doados a escolas públicas (Divulgação)

Classificada como “geração F5”, referindo-se à tecla “atualizar” do computador, as crianças que trocaram bonecas, carrinhos e atividades esportivas por smartphones, tablets e computadores estão prestes a ganhar a escola “dos sonhos”: a SuperGeeks. Voltado ao público infantil e infanto-juvenil, o instituto de Programação e Robótica elaborou uma metodologia bilíngue, na qual seus alunos aprenderão a Língua Inglesa e a programar videogames e outros sistemas.

Com sua primeira sede agendada para inaugurar no próximo dia 10, em São Paulo, a escola planeja abrir unidades em todo o País, segundo o empresário Marco Giroto, 33. “Não só nas capitais do Brasil, mas para várias cidades”, acrescenta ele. “Já temos aproximadamente 200 empreendedores interessados em franquia. Por este motivo, a expansão será por franquias, mas apenas a partir do segundo semestre”, destaca.

Além de aprender a criar jogos para computadores, consoles e, até mesmo, pequenos robôs, os jovens têm contato, durante toda a aula, com o Inglês. “O método é inovador no sentido de nunca ter sido aplicado no Brasil para este público”, aponta o empresário. “O que podemos concluir é que crianças que começaram a aprender Programação aumentaram o rendimento escolar na média de 15%. Além disso, ela desenvolve o pensamento lógico e crítico, assim como a resolução de problemas e outras habilidades”.

ESTÍMULO

De acordo com Marco, a SuperGeeks estimulará seus alunos a produzirem jogos educacionais. Em outras palavras, a colocar em prática o que estão aprendendo na escola. “Dessa forma, esses jogos poderão ter utilidade para outras crianças e, até mesmo, caso seja desejo dos alunos, ser doados para instituições públicas”, explica ele.

A respeito da Robótica, o foco será produtos de utilidade pública, como, por exemplo, um robô de resgate. “Uma máquina deste tipo poderia ser usada para buscas de sobreviventes em escombros e etc.”, ressalta o empresário, frisando que esse segmento será abordado com mais intensidade apenas na segunda fase do curso. “Os jovens precisam aprender a programar primeiro para, depois, entrarem na parte de Robótica”, justifica.