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Grupo de teatro, Cia. Cacos, engata novo ciclo de trabalho

A capital amazonense também está inserida no roteiro: o espetáculo “A Cruz e a Moça”, entra em cartaz por aqui no dia 22 de fevereiro

“A Cruz e a Moça” faz referências à literatura de Cordel

“A Cruz e a Moça” faz referências à literatura de Cordel (Divulgação/Rafael Lins)

A partir deste sábado (25), a Cia. Cacos dá a largada em circulação pelas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil com a montagem “A Cruz e a Moça”, que deve passar por 12 cidades brasileiras. O núcleo de teatro contemporâneo encerra o ciclo de apresentações do projeto - fiel à linguagem popular – e que representa um desafio na linha de trabalho da trupe. A capital amazonense também está inserida no roteiro: o espetáculo entra em cartaz por aqui no dia 22 de fevereiro, às 20h, na Ponta Negra. A entrada é franca.

Após três anos trabalhando com “A Cruz e a Moça”, a companhia assegura a satisfação com o êxito alcançado. Por conta da montagem, que faz referências à literatura de cordel, a Cia. Cacos foi contemplada com o prêmio Klauss Vianna de 2012 na categoria “Circulação”, da Fundação Nacional das Artes (Funarte), além de ter sido convidada para participar da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) em 2013.

“Essa turnê é uma comemoração do projeto, já que estávamos com ele há 3 anos. Por conta dele, participamos de outras turnês e festivais. É uma forma simbólica de fecharmos esse trabalho, em que alcançamos muitas coisas positivas”, ressalta Dyego Monnzaho, integrante da Cia. Cacos.

A turnê de 2014 – além de possuir o patrocínio da Fundação Nacional das Artes (Funarte) e do Governo Federal – está dividida em dois circuitos e cinco estados, entre Rondônia, Acre, Goiás, Mato Grosso e Amazonas. A montagem, por diferir da linha de pesquisa experimental da Cia. Cacos, é considerada por Dyego como um dos maiores desafios da história da companhia, que é o passeio pelo escritório da cultura popular.

“Esse trabalho foi oferecido pelo coreógrafo Ricardo Risuenho, que assina a encenação coreográfica do espetáculo. O Ricardo é focado em pesquisas de membros superiores do corpo, com ênfase maior à dança. Nós trabalhamos com a pesquisa corporal, mas em um mix de teatro, dança e performance. Nossa obrigação era tentar unir a linha de pesquisa do Ricardo com a do grupo e chegamos a este lugar inexplorado pelos dois. Atingimos uma camada de público que não atingiríamos com os nossos outros espetáculos”, celebra Monnzaho.