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Banda Selva Madre lança primeiro EP com som instrumental em Manaus

O trabalho instrumental será apresentado pelo power trio durante a festa ‘O Balanço da Corda Solta’, dia 9 de agosto, no Aomirante Bar

O power trio é formado por Eduardo Nogueira (baixo), Léo Moraes (bateria) e Agostinho Guerreiro (guitarra)

O power trio é formado por Eduardo Nogueira (baixo), Léo Moraes (bateria) e Agostinho Guerreiro (guitarra) (Divulgação)

Ritmos amazônicos em harmonia com outros universais formam o som instrumental proposto pela Selva Madre, banda formada por Agostinho Guerreiro (guitarra), Eduardo Nogueira (baixo) e Léo Moraes (bateria). O power trio apresenta o EP “Dedo de Macaco”, primeiro registro fonográfico físico do grupo, neste sábado, na festa “O Balanço da Corda Solta”, a partir das 21h, no Aomirante Bar.

O evento contará com várias atrações artísticas. Na parte musical, além da Selva Madre, P8 Crew, Casa de Caba e o DJ Carlos Ferraz irão se apresentar. Haverá as exposições das artistas Ana Carolina Pas e Nathana Vasques. No Espaço Zen, o público poderá conferir e adquirir os trabalhos artesanais do Grupo de Artesanato Luz de Raiz. Sorteios de vales tatuagens da LeVip Tattoo e de camisas da Hey You e da Caboquês Ilustrado também estão no cronograma.

“Começamos como um quinteto, tendo saxofone e trompete além da guitarra, bateria e baixo. Com o tempo, alguns integrantes ficaram com mais compromissos e, por isso, nós decidimos ser um trio”, contou Eduardo Nogueira, um dos fundadores da Selva Madre juntamente com Agostinho Guerreiro. A atual formação existe desde maio deste ano, com a entrada de Léo Moraes.

Registro

“Dedo de Macaco” mistura cúmbia, guitarrada, carimbó, com rock, reggae, ska, entre outros gêneros musicais. São seis faixas, sendo cinco autorais, como “No balanço da corda solta”, “Frevodelic”, “Cobra na areia quente” e “Pirão de bodó”. “O nome do EP se deu por causa deste toque amazônico. A questão do macaco também é pela curiosidade dele tocar em tudo, procurar conhecer tudo. A gente não tem barreira nenhuma em conhecer novos sons, pois pegamos todos os pontos positivos que possam nos influenciar”, disse Nogueira. “O CD inteiro é bem dançante, mas também traz muito rock e psicodelia”, acrescentou.

Escolha

Sobre investir na música instrumental, o baixista explicou que as coisas aconteceram naturalmente. “O Agostinho já tinha alguns temas de guitarrada, tocamos juntos numa outra banda, e montamos esse projeto mais preocupado com a base (dos instrumentos). As coisas fluíram tão bem que optamos em não colocar vocal, mas, nos shows, tocamos uma música do Chico Science com a Nação Zumbi, chamada ‘Maracatu de tiro certeiro’, que tem vocal. É a única também”, garantiu.

Para rir

O fato de ser instrumental rendeu algumas situações engraçadas, conforme explicou o músico. “Eu vejo que a galera gosta do ritmo dançante das nossas músicas, mas, uma coisa que a gente percebe, é que muitas ficam esperando o vocal. Algumas pessoas dizem até que vão decorar nossas canções para cantar. Estou fazendo um vídeo ironizando essas situações, com a música ‘Saudades’ (presente no EP)”. A previsão é que o material audiovisual fique pronto em um mês.

Serviço

O que é Festa: “O Balanço da Corda Solta”

Quando: Neste sábado, a partir das 21h

Onde: Aomirante Bar, rua Padre Agostinho Caballero, 287, Santo Antonioquanto R$ 15 (homem) e R$ 10 (mulher)