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Sétima edição do ‘Grito Rock Manaus’ ganha novos ritmos

Em sua edição de 2014, evento agrega outros gêneros musicais e chega a quatro municípios do interior do Estado. A abertura oficial será nesta sexta-feira (21)

Ritmos Shows irão do rock ao reggae, passando pelo hip hop e o samba

Ritmos Shows irão do rock ao reggae, passando pelo hip hop e o samba (Reprodução/Coletivo Difusão )

“Colaborativa” e “plural” são duas palavras que definem o que pretende ser a sétima edição do Grito Rock Manaus, versão baré do maior festival integrado e simultâneo do mundo, que também acontece em diversos países das Américas, Europa e África, com articulação da rede Fora do Eixo. Coordenado na capital amazonense pelo Coletivo Difusão, o evento aprofunda a sua vocação multifacetada e agrega mais uma vez diversos gêneros musicais (do reggae e hip hop ao samba e metal) dentro de uma programação que acontece entre os dias 21 de fevereiro e 29 de março.

A abertura oficial será nesta sexta-feira, no R2 Universo Cultural, com o show de lançamento da turnê nacional da banda de reggae Johnny Jack Mesclado, que contará ainda com a participação do grupo paraense Reggaetown. Antes disso, às 19h, acontece uma mesa de abertura, no mesmo local, com o tema “Produção Cultural: Entretenimento, Política e Responsabilidade”. O debate será transmitido ao vivo pelo site www.postv.org.br.

A produtora cultural Elisa Maia, integrante do Coletivo Difusão, explica que o Grito Rock hoje está mais para uma “provocação” do que para um festival dedicado unicamente a esse gênero musical. “Ele não é mais um evento como era há 12 anos, quando começou em Cuiabá. Hoje, o Grito é uma irreverência na época do Carnaval sobre tudo que a gente pode colocar numa programação simultânea e integrada, ligada à cultura e à arte”.

Este ano, o Grito Manaus abriu inscrições para produtores interessados em somar ao evento e acabou atraindo as atenções de três deles: Jacc Produções (que assina o show da Johnny Jack), a BareArt Produções e o músico e produtor de eventos Kimo Edgar.

“A proposta era fechar uma programação que atendesse outras linguagens e agregasse mais pessoas”, completa Elisa, destacando que essa é a pegada que o Difusão tem dado a todos os seus eventos, como o Até o Tucupi, com foco nas artes integradas.

MAIS SHOWS

A programação de shows continua no dia 15 de março, quando o MC Denny Vira Lata, o grupo Delírios do Samba e os DJs Negro Lamar e Lecons Jr. se apresentam na quadra da escola de samba Vila da Barra, na Compensa. Desta vez, o evento será capitaneado pela BareArt Produções, que está com duas vagas abertas para artistas ou bandas que também quiserem participar do encontro musical. As oportunidades podem ser conferidas na página da produtora no site Toque no Brasil (www.tnb.art.br/rede/bareproducoes).

Já no dia 29 de março, o músico Kimo Edgar e a sua banda, Jarakillers, movimentam a agenda do Grito Rock Manaus, com um show especial para os fãs do metal amazonense. O local do evento ainda será confirmado, mas já estão confirmadas as participações das bandas Eisenhower e EvilSyndcate. Também estão disponíveis três vagas para grupos que quiserem integrar a programação desse dia. Mais informações pelo site Toque no Brasil.

‘COLUNA BARÉ’

Em 2014, será a primeira vez que o Grito Rock vai além das paragens da capital amazonense. De 17 a 28 deste mês, vai acontecer uma circulação de agentes culturais e colaboradores do Coletivo Difusão por quatro municípios do interior, com o objetivo de fazer um mapeamento de parceiros e agendamento de atividades do Grito nessas localidades.

A “Coluna Baré” vai passar por Rio Preto da Eva, Itacoatiara, Iranduba e Presidente Figueiredo. Na sequência, entre os dias 8 e 29 de março, essas cidades vão receber uma uma programação de formação livre (ver lista ao lado) e, quem sabe, também alguns shows. “O objetivo inicial é estabelecer contatos. Se surgir a possibilidade de as gestões municipais ou parceiros locais apoiarem outros eventos, vamos buscar a circulação de bandas”, explica Elisa Maia.

De acordo com ela, essas atividades fazem parte de uma série de ações do Difusão com foco maior no interior do Estado, sob a chancela do “Programa Integrado de Desenvolvimento Cultural na Amazônia - Ligando os Pontos”.

“Queremos conectar a Amazônia, mas não na perspectiva da interiorização, até porque o interior já abriga linguagens próprias e modos de viver e fazer cultura, ainda que muitas vezes a gente não visualize isso”, justifica. Nesse caso, segundo a produtora, o objetivo maior é que essas quatro cidades, mesmo a algumas horas da capital, possam conectar as suas produções entre si.