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Longa amazonense ‘A Floresta de Jonathas’ é indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

O filme - distribuído nacionalmente e no exterior - está listado na categoria ‘Ficção’ ao lado de outras 59 produções brasileiras

Produção foi exibida em mais de 25 festivais pelo mundo

Produção foi exibida em mais de 25 festivais pelo mundo (Divulgação)

O celebrado longa-metragem amazonense “A Floresta de Jonathas” - distribuído nacionalmente e em países como Alemanha e Áustria - foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2014 (GP 2014), promovido pela Academia Brasileira de Cinema e consolidado como uma das maiores premiações nacionais da Sétima Arte. O evento acontece no dia 26 de agosto, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O filme está listado na categoria “Ficção” ao lado de outras 59 produções brasileiras, como “A Busca” (thriller dramático estrelado por Wagner Moura), “Colegas”, “Cine Holliúdy”, “Flores Raras”, “Minha mãe é uma peça” e “O Som Ao Redor”. Das 22 categorias de premiação (entre elas “Melhor Direção”, “Melhor Ator” e “Melhor Roteiro”), o longa amazonense concorre, com seu rol de profissionais, em 14 delas (ver lista ao lado).

De acordo com o diretor da produção, Sérgio Andrade, podem concorrer filmes que tiveram sua estreia comercial em 2013 e que tenham sido publicados na Ancine (Agência Nacional do Cinema), e passado por uma curadoria da Academia Brasileira de Cinema. As produções audiovisuais e cinematográficas que concorrem ao GP 2014 são votadas pelos membros do Conselho Acadêmico da Academia. Ainda segundo Sérgio, “A Floresta de Jonathas” é o primeiro longa amazonense a ser indicado para a premiação.

Sobre as expectativas de ter um filme integrado à lista de selecionados, Andrade afirma que o GP 2014 é um prêmio que funciona como um belo estímulo à produção e distribuição brasileiras. “O prêmio incentiva o Cinema Brasileiro e põe em destaque filmes que tiveram expressão e foram lançados no País. Por isso, já é uma conquista para um filme do Amazonas estar entre os indicados por merecimento. Ganhar prêmio ou não é apenas um detalhe, há muitos concorrentes tão bons quanto. Sem dúvida, é uma inclusão das boas pra gente”, comemora Sérgio.

Novo longa

Enquanto isso, o cineasta está em fase de preparação para o início das filmagens de seu segundo longa, intitulado “Antes o Tempo Não Acabava”. Mesmo antes das filmagens, previstas para começar em novembro deste ano, a produção foi agraciada com o Programa Petrobrás Cultural e o edital Ibermídia. O filme contará a história de Anderson, um jovem indígena de 20 anos dividido entre as megalomanias do cenário urbano manauara e as tradições de sua comunidade de origem.

“Por entrar em choque com tradições arcaicas e com os líderes sociais e religiosos de sua comunidade, ele deixa a periferia de Manaus para viver sozinho no Centro da cidade. Afastado das tradições, ele passa a experienciar uma nova vida em meio ao ambiente urbano da metrópole”, diz. A produção será locada em Manaus e seus arredores, e tem previsão de lançamento para 2015 ou 2016.

O cineasta define “Antes o Tempo Não Acabava” como um “projeto mais sério” e com “tintas até de um certo terror”. “Será um filme mais fechado nos personagens e menos evocativo da natureza no sentido mais amplo. A produção será mais urbana também. Vou precisar me concentrar muito, pois o filme lida com questões muito caras à realidade indígena, que é tratada como uma condição existencial, assim como qualquer outra”, encerra ele.