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Vocalista da banda ‘Os Playmobils’ escreve biografia sobre trajetória musical do grupo

Banda se prepara para lançar livro com as histórias que cercam os seus 10 anos, além de confirmar EP para 2014

Com preferência pelo autoral, o grupo possui cerca de 200 músicas compostas

Com preferência pelo autoral, o grupo possui cerca de 200 músicas compostas (Divulgação)

O desejo de eternizar - não só por meio de músicas - as memórias de um grupo fez o vocalista da “Os Playmobils”, Albenízio Júnior, escrever uma espécie de biografia da banda, cujo primeiro capítulo foi disponibilizado em meados de 2011 via Facebook. Quase 3 anos depois, a versão completa e oficial da obra, intitulada “Recortes Ácidos – O Rock dos Playmobils” será lançada no dia 07 de fevereiro, no Centro Cultural “O Alienígena” (Rua Lima Bacury, 64-C, Centro), das 19h às 22h, com a entrada no valor de R$ 5.

Segundo Albenízio, o livro narra histórias que permearam os 10 anos da banda.

“A obra fala dos bares, locais onde tocamos e pessoas que conhecemos na noite. Fala também dos festivais e confusões. O livro se apresenta mais como uma biografia do grupo. Foram 63 apresentações da banda ao longo desses anos todos”, ressalta o vocalista.

Para escrever o título, que possui 106 páginas e foi impresso pela Editora Bartlebee, Júnior compilou as anotações que fez ao fim de diversos shows da banda, unindo informações como data, locais e demais acontecimentos. O livro foi escrito durante todo o ano de 2009.

“O nome ‘Recortes’ é conferido por conta dos capítulos, que contém um ou dois parágrafos. Por conta disso, cada capítulo é um recorte”, pondera.

União

Parceira de bandas de rock local com Dpeids, Antiga Roll, Os Acossados e The Mones, “Os Playmobils” são responsáveis pela organização de eventos já consolidados no cenário underground da cidade, como o Festival Mama Rock e o Vinil Rock Live. Para Albenízio, a militância da banda no que está relacionado à promoção de eventos que exaltam o cunho de canções autorais – foco principal do grupo - é necessária.

“São escassos os bares em Manaus que aceitam as músicas autorais. O Cauxi e o Caverna, que aceitavam, já fecharam. E como temos um som que é nosso, lançamos a ideia ao dono dos estabelecimentos e fazemos a festa. Muitos ainda são mais focados em covers, o que gostamos também. Mas queremos tocar as nossas músicas e nos unirmos a quem também respira o autoral”, assinala Júnior.