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XIX e XX: História do Amazonas é contada em dois livros lançados em Manaus

'Cultura, trabalho e luta social na Amazônia – Discurso dos viajantes – Século 19”, de Hideraldo Costa, e 'Quando viver ameaça a ordem urbana – Trabalhadores em Manaus (1890-1915)', de Deusa Costa, chegaram nesta quarta-feira (13), na capital

Lançamentos dos pesquisadores Deusa Costa e Hideraldo Costa chegam em edições da Valer, com patrocínio da Fapeam

Lançamentos dos pesquisadores Deusa Costa e Hideraldo Costa chegam em edições da Valer, com patrocínio da Fapeam (Divulgação)

A História do Amazonas no período do século 19 ao início do século 20 é o foco de dois novos títulos que chegaram nesta quarta-feira (14) às livrarias de Manaus: “Cultura, trabalho e luta social na Amazônia – Discurso dos viajantes – Século 19”, de Hideraldo Costa, e “Quando viver ameaça a ordem urbana – Trabalhadores em Manaus (1890-1915)”, de Deusa Costa. O lançamento das duas obras, editadas pela Valer com patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foi no Centro de Memória da Justiça do Trabalho,com a presença dos autores.

Em “Cultura, trabalho e luta social na Amazônia”, Hideraldo Costa apresenta o resultado de sua pesquisa historiográfica sobre os campos da sociabilidade, as formas de trabalho e as tensões sociais captadas, registradas e representadas pelos estudiosos que viajaram pela Amazônia brasileira no decorrer do século 19, os chamados viajantes.

Costa analisou as narrativas de estudiosos como os bávaros Karl Philipp von Martius e von Spix; os ingleses Alfred Russell Wallace e Henry Walter Bates; o suíço Louis Agassiz; e os franceses François Biard e Henri Coudreau, que estiveram na Amazônia em períodos diferentes do século 19, para responder questões como que representações discursivas esses viajantes elaboraram sobre os grupos humanos amazônicos e que sugestões intervencionistas eles propuseram para os problemas que acreditaram identificar na região.

Urbanização

Em “Quando viver ameaça a ordem urbana”, Deusa Costa relata a transformação física da cidade de Manaus por meio dos seus sujeitos sociais, em especial os trabalhadores urbanos.

Na pesquisa, que originalmente resultou na dissertação acadêmica do Mestrado em História da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), Deusa faz uma incursão sobre a construção do processo de urbanização da capital amazonense no período de 1890 a 1915. A obra nos mostra o retorno que o trabalhador que atuou durante a belle époque deu à cidade, tendo como palco o movimento das lideranças sindicais.