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Documentário ‘Amazônia eterna’ chega a Manaus

O longa traz uma nova visão sobre as possibilidades de convivência harmônica da exploração da economia verde e da manutenção do ecossistema amazônico

O documentário conta com o Patrocínio exclusivo da Vale, por meio da Lei do Audiovisual.

O documentário conta com o Patrocínio exclusivo da Vale, por meio da Lei do Audiovisual. (Divulgação)

Destaque das salas manauaras neste final de semana, o documentário “Amazônia eterna” leva o público numa viagem corajosa, visitando e apresentando relevantes projetos de sustentabilidade na região. O longa, que levou cerca de três anos para ser concluído, estreia em circuito comercial após uma temporada de sucesso por festivais internacionais. Além de Manaus, o filme – produzido pela Giros e Agência Tudo – chega a São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Dirigido por Belisario Franca, o longa traz uma nova visão sobre as possibilidades de convivência harmônica da exploração da economia verde e da manutenção do ecossistema amazônico. “Amazônia eterna” apresenta nove projetos com propostas bem sucedidas do uso da floresta de forma sustentável, beneficiando as populações locais e promovendo boas parcerias econômicas. “Levou bastante tempo para chegarmos a esses projetos selecionados. No total, avaliamos 60”, revela o diretor, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem do BEM VIVER.

Entre os projetos enfocados no documentário, encontram-se programas que envolvem atividades como agricultura, pesca, pecuária e extrativismo, todas desvendadas sob o respaldo de especialistas. “Quando assistem ao longa, as pessoas ficam impactadas”, destaca Belisario. “Elas não têm noção do que se passa na Amazônia. Até mesmo quem mora na região”, justifica ele, que contou com a colaboração dos “experts” Sérgio Besserman, Bertha Becker e Virgilio Viana para a avaliação dos projetos.

VIDA LONGA

Mesmo se tratando de um documentário, gênero de menor apelo no circuito comercial, Belisario acredita que “Amazônia eterna” terá uma jornada de sucesso, dentro e fora das salas de cinema. “Fizemos nosso pré-lançamento no Rio+20 e foi maravilhoso. Com o boca a boca, fomos convidados a participar de diversos festivais internacionais. Foram 12, no total”, aponta o diretor, que saiu premiado do aclamado Festival de Toronto. “O filme acabou de ser exibido na França e se encaminha, agora, para um circuito nos Estados Unidos”, completa.

Segundo ele, ainda, o longa em breve deverá chegar ao circuito educacional do País. “Um professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vai usar ‘Amazônia eterna’ curricularmente no seu curso de Economia Sustentável. É um filme que possui várias possibilidades. Temos muita confiança de que ele terá uma vida longa”, declara. “O objetivo é fazer com que a Amazônia seja sentida pelo espectador, daí a escolha por uma narrativa sensorial que coloque as pessoas dentro desse lugar”.