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Novo álbum de Michael Jackson será lançado em maio, diz site

O site oficial do Rei do Pop anunciou que um novo álbum seu deverá chegar às lojas de música no dia 13 de maio. “Xscape” vai trazer oito faixas do eterno rei do pop

“Xscape” terá oito faixas, de canções inéditas e conhecidas

“Xscape” terá oito faixas, de canções inéditas e conhecidas (Divulgação)

Quase cinco anos depois de sua morte, Michael Jackson ainda tem novidades a oferecer aos fãs de sua música. O site oficial do Rei do Pop anunciou nesta segunda-feira (31) que um novo álbum seu deverá chegar às lojas de música no dia 13 de maio. “Xscape” vai trazer oito faixas, dentre canções inéditas e já conhecidas, num lançamento de Epic Records e herdeiros de Michael. O disco já está disponível para pré-venda na loja virtual iTunes.

“Xscape” foi produzido por Timbaland, Rodney Jerkins, Stargate, Jerome “Jroc” Harmon e John McClain. É o segundo álbum póstumo de Michael Jackson – o primeiro foi “Michael”, lançado em 2010, um ano após a morte do músico (veja a Busca Rápida).

“Michael deixou algumas performances musicais que nós temos grande orgulho de apresentar, por meio da visão de produtores musicais com quem ele trabalhou diretamente ou com quem manifestou desejo de trabalhar”, declarou L.A. Reid, presidente executivo da Epic Records, no release divulgado no site de Michael Jackson.

Reid informou que o álbum deverá ter também uma versão Deluxe, com dois discos. No tracklist, a única faixa confirmada até agora é aquela que dá título ao disco. De acordo com o site Papel Pop, a canção gravada originalmente para o álbum “Invincible” (2001), mas excluída na seleção final, já pode ser ouvida na web há algum tempo (confira a música em seu dispositivo mobile por meio do QR code nesta página).

Expectativa

O lançamento de um novo álbum reunindo material deixado por Michael Jackson já era aguardado há algum tempo pelos fãs do ídolo pop norte-americano. Entre eles se inclui o DJ Rafael Rezz, que se declara “completamente devoto” do artista, falecido em 2009 após uma parada cardíaca atribuída a uma overdose de remédios.

“Estou bastante ansioso por ‘Xscape’, como fiquei no lançamento do disco ‘Michael’, de 2010”, declara ele. “(Michael Jackson) é referencia básica pra qualquer bom fã de música. Seus trabalhos vão além de gêneros e rótulos musicais, agradando inteiramente a todos”, ele acrescenta.

Em sua ausência

Na história da indústria fonográfica e da música em geral, o lançamento de discos de artistas que já passaram desta para a melhor não é uma novidade. Um dos exemplos mais recentes foi o de Amy Winehouse: meses após a morte da artista britânica, em 2011, “Lioness: Hidden treasures” foi lançado, reunindo canções inéditas e demos selecionadas. O disco chegou a ganhar um Grammy no ano seguinte.

Muitos álbuns póstumos se tornam tão célebres quanto outros lançados pelo artista ainda em vida. Um exemplo é o de Tom Jobim, que teve dois LPs lançados após sua morte – entre eles “Antonio Brasileiro”, apenas três dias após seu falecimento.

Outros exemplos no Brasil incluem Raul Seixas e o grupo Mamonas Assassinas, que ganharam álbuns póstumos ao vivo. No rol internacional, Jimi Hendrix, Jeff Buckley, Marvin Gaye, Roy Orbison e Selena são alguns nomes.

Além de “Michael”, Rezz cita “Lioness”, “MTV Unplugged: Nirvana” e “American V: A hundred highways”, de Johnny Cash, entre os álbuns póstumos em sua discoteca.

“Álbuns póstumos são verdadeiros tesouros que devem ser compartilhados. Causam sempre grande furor, seja por toda publicidade que a morte do artista causa em cima deles ou apenas pela ânsia dos fãs por algo novo. Eu gosto bastante”, declara ele, que só faz ressalva aos discos sem material novo. “Sou a favor apenas quando são lançados trabalhos inéditos, e não aqueles relançamentos e coletâneas com intuito de serem apenas máquinas de dinheiro”, conclui.